MATO GROSSO
PM prende homem com mandados de prisão em aberto por estupro e embriaguez ao volante
MATO GROSSO
Policiais militares do 2º Comando Regional localizaram e prenderam, nesta quinta-feira (22.1), um homem, de 30 anos, com dois mandados de prisão em aberto, em Nobres (122 km de Cuiabá). Câmeras de segurança do Vigia Mais MT registraram um veículo que teria sido utilizado em uma ação criminosa, no último dia 7, no município de Denise.
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados pela Agência Regional de Inteligência do 15º Comando Regional de que a caminhonete S-10 estaria estacionada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, em frente ao Ciretran.
Diante das informações, os militares reforçaram o policiamento na região e se deslocaram até o endereço. Um dos ocupantes do veículo foi abordado no local, enquanto o suspeito correu a pé, sendo acompanhado pelos militares.
Durante a tentativa de fuga, o homem pulou o muro de uma residência e caiu, sendo detido em seguida. Em decorrência da queda, ele sofreu uma lesão no punho direito. Às equipes, o suspeito apresentou um nome falso, na intenção de enganar os policiais militares.
Posteriormente, o homem confessou a verdadeira identidade e que havia repassado o nome de seu primo. Na abordagem, os policiais identificaram que ele possui dois mandados de prisão em aberto, sendo um expedido pela Comarca de Terra Nova do Norte, por estupro, cometido em novembro de 2024. O segundo é assinado pela Comarca de Guarantã do Norte, denunciado por embriaguez ao volante, em novembro de 2025.
O suspeito não revelou nenhuma informação sobre a origem e o destino do veículo localizado. O homem foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT


