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PM prende homem por violência doméstica e apreende arma de fogo e 58 munições

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A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem de 31 anos pelos crimes de violência doméstica e ameaça, na noite deste domingo (17.03), em Sinop. Na ação, a PM localizou e apreendeu uma pistola e 58 munições da arma de fogo.

De acordo com o boletim de ocorrência, uma mulher de 35 anos procurou a sede do 11º Batalhão de PM para denunciar ter sido agredida pelo seu marido. Segundo a vítima, as agressões teriam iniciado após o casal retornar para Sinop após passarem o dia em um município vizinho.

Em depoimento, a mulher relatou que no trajeto para casa o suspeito começou a ficar nervoso sem motivo aparente e sacou uma arma de fogo, dando tiros para cima, com o carro em movimento. 

A vítima disse que durante a volta para casa, foram acionados para auxiliarem um casal de amigos, que estava em outro carro, sem combustível. Neste momento, ainda de acordo com a mulher, o suspeito teria iniciado agressões físicas dando socos e empurrões, que causaram lesões na mulher. 

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O suspeito também ordenou que a mulher deixasse o veículo e a abandonou na estrada. A vítima conseguiu fazer contato com sua irmã, que a encaminhou diretamente à sede do 11º BPM para realizar a denúncia.

Diante das informações obtidas, a Polícia Militar foi até a residência do casal e encontrou o suspeito no local, que recebeu voz de prisão em flagrante. Em buscas pelo imóvel, a PM encontrou uma caixa contendo 58 munições, carregadores e uma faca.

Ao ser questionado sobre a arma de fogo utilizada para ameaçar a esposa, o suspeito disse que o objeto estava na casa de um parente. Os militares foram até o endereço informado pelo suspeito e apreenderam uma pistola de calibre .9mm.

O homem foi conduzido para a Delegacia de Sinop, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri de filho de ex-deputado é redesignado para o dia 21 de julho

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A 1ª Vara Criminal de Cuiabá acolheu pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e determinou, nesta segunda-feira (6), o levantamento integral do sigilo processual da ação penal que apura as mortes de Thays Machado e Willian Cesar Moreno. O requerimento foi protocolado em 2 de julho pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Na decisão, a magistrada reconheceu a regra geral de publicidade da sessão plenária, autorizando a presença do público no julgamento. Inicialmente marcado para esta terça-feira (7), o julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi redesignado pela Justiça para o dia 21 de julho de 2026, às 9h, após pedido da defesa relacionado ao acesso a materiais produzidos durante a investigação. Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso. Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado à inconformidade com o fim do relacionamento amoroso, mediante extrema violência e em circunstâncias que impossibilitaram qualquer reação da vítima.Para o MPMT, a conduta demonstrou elevado grau de crueldade, uma vez que os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em área urbana com intensa circulação de pessoas, utilizando uma pistola semiautomática.O MPMT sustenta ainda que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. Segundo a denúncia, o acusado se valeu da condição de ex-companheiro da vítima e de sua superioridade física para exercer controle e violência contra Thays Machado, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima e enquadrando o caso nas hipóteses legais de feminicídio.Em relação à morte de Willian Cesar Moreno, o Ministério Público denunciou o acusado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Conforme a acusação, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, impedindo qualquer possibilidade efetiva de reação ou fuga diante dos disparos efetuados pelo acusado.Ao analisar o pedido, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira entendeu que não há, neste momento, risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça. A magistrada destacou ainda que a publicidade dos atos processuais constitui regra constitucional e que o próprio Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas, manifestou-se favoravelmente à abertura da sessão. Apesar do levantamento do sigilo, a decisão estabelece restrições para a cobertura do julgamento. A cobertura televisiva da sessão ficará limitada à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo vedado o acesso ao plenário de equipes de emissoras e demais veículos de comunicação. Também permanece proibida a captação e divulgação de imagens que permitam a identificação do réu e dos jurados. O acesso do público em geral, contudo, está autorizado.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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