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PM prende integrantes de organização criminosa e apreende arma e drogas

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Um casal foi preso, nesta terça-feira (12.09), por formação de quadrilha, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na Rua Piauí, no município de Barra do Bugres. Policiais militares da 12º Companhia Independente apreenderam uma pistola 9 milímetros, 12 munições, quatro quilos de maconha, 800 gramas de cocaína divididos em várias porções, uma motocicleta Honda Bros, dois aparelhos celulares e uma balança de precisão.

Os militares receberam informações de que o casal seria responsável pela comercialização e armazenamento de entorpecentes e armas de fogo, de integrantes de uma organização criminosa.

Diante das informações, os militares intensificaram os patrulhamentos na região e identificaram o suspeito, em frente a residência, em uma motocicleta Honda Bros. Ao abordá-lo, as equipes localizaram com ele uma arma de fogo, com 12 munições, duas porções de cocaína e um aparelho celular.

O suspeito relatou que havia mais entorpecentes em um quarto da casa, em uma mochila azul. Então, os militares realizaram buscas no imóvel, localizaram a segunda suspeita e apreenderam parte dos entorpecentes em um dos cômodos da casa.

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À PM, o suspeito confessou que reside no município de Campo Novo do Parecis e que estava há 20 dias em Barra do Bugres. O casal e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado a 16 anos por tentativa de homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de Diamantino (a 184 km de Cuiabá) condenou Alisson Rodrigues dos Santos a 16 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, por tentativa de homicídio qualificado. A sentença foi proferida nesta quinta-feira (11).O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria do crime, acolhendo as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.A promotora de Justiça Rhyzea Lucia Cavalcanti de Morais representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante o julgamento em plenário.O réu foi condenado por um crime cometido em 5 de dezembro de 2016. Na ocasião, ele invadiu a residência da vítima, Carlos Camargo, localizada no bairro Popino, em Diamantino. Conforme apurado nas investigações, a vítima dormia sozinha no imóvel quando foi surpreendida pelo agressor e por um comparsa não identificado.A vítima foi atingida por diversos golpes de arma branca, sofrendo lesões de extrema gravidade na região da cabeça, do tórax e dos membros. Em decorrência das agressões, houve a amputação traumática do punho e da mão esquerda do ofendido. Após a consumação dos ataques, os autores deixaram o local acreditando que a vítima já se encontrava morta, uma vez que havia perdido a consciência em razão da intensa violência empregada.Ainda de acordo com a denúncia, após recobrar os sentidos, a vítima conseguiu sair à rua para pedir socorro. Ela foi encaminhada para atendimento médico de urgência e permaneceu internada por aproximadamente três semanas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).Na dosimetria da pena, foram considerados os maus antecedentes e a reincidência do réu, além das graves consequências do crime, que causaram debilidade permanente e incapacidade para o exercício das atividades habituais da vítima.A juíza presidente do Tribunal do Júri, Janaína Cristina de Almeida, negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou o cumprimento imediato da pena.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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