MATO GROSSO
Poder Judiciário de Mato Grosso empossa nova diretoria para o biênio 2023/2024
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Com foco no cuidado com o ser humano, tomou posse como presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso a desembargadora Clarice Claudino da Silva. A solenidade ocorreu de forma presencial na tarde desta segunda-feira (19), no Plenário Desembargador Wandir Clait Duarte, na sede do Poder Judiciário, em Cuiabá.
Além da magistrada, tomaram posse para a gestão “Semear a paz. Fortalecer a Justiça” (biênio 2023/2024), a desembargadora Maria Erotides Kneip como vice-presidente e o desembargador Juvenal Pereira da Silva, como corregedor-geral da Justiça. A cerimonia também foi transmitida pelo canal oficial do Youtube do TJMT.
O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, José Antônio Borges, avaliou a posse como uma data festiva. “Hoje temos uma festa da democracia, de poderes autônomos, que só existe porque o sistema de justiça funciona. Os advogados e o MPE demandam o Judiciário e este pode dar sua resposta de forma rápida e eficiente”, apontou.
Pose – A atual presidente do TJMT, desembargadora Maria Helenas Póvoas, abriu a solenidade com tributo às magistradas. “Esta não é uma simples troca de comando, mas um tributo aos espaços conquistados pelas mulheres. Vivenciamos pela primeira vez em 148 anos de história do judiciário mato-grossense duas mulheres transmitindo o cargo, de presidente e vice-presidente a outras duas mulheres. Para festejar este momento de júbilo abraço carinhosamente a desembargadora Shelma di Kato, nosso maior incentivo na abertura de espaços para nós mulheres”.
“Ressalto, para mim, o sentido da vida é traduzido pela qualidade dos nossos relacionamentos pessoais e profissionais. Minha prioridade, e de toda a equipe cuidadosamente escolhida para estar comigo neste próximo biênio, é proporcionar um ambiente harmônico, pacífico, com respeito mútuo e espírito colaborativo”, afirmou a presidente empossada.Fonte: Tribunal de Justiça de MT
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MP aponta riscos e pede interdição da Rodoviária do Coxipó
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ingressou com ação civil pública para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. Segundo a ação, o local apresenta problemas estruturais que comprometem a segurança e acessibilidade dos usuários.A ação foi proposta pela 6ª Promotoria de Justiça Cível da Capital que realizou reuniões com órgãos públicos, requisitou informações, promoveu inspeções técnicas e expediu recomendações para a correção das irregularidades identificadas, mas até o momento não foi realizada. Relatórios técnicos elaborados pela equipe do Ministério Público apontaram uma série de problemas na estrutura. Entre eles estão infiltrações, falhas nas instalações elétricas e hidráulicas, deficiência nos sistemas de prevenção e combate a incêndios, falta de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e desgaste em pisos e calçadas.Embora algumas melhorias tenham sido realizadas ao longo da investigação, como a instalação de novos assentos, bebedouro e equipamentos de combate a incêndio, os técnicos concluíram que as medidas adotadas foram insuficientes.Para a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a situação exige uma solução definitiva por parte dos órgãos responsáveis. “O que se busca com a ação é assegurar que os usuários do transporte intermunicipal tenham acesso a um serviço prestado dentro da legalidade e em condições adequadas de segurança, acessibilidade e conforto. Após anos de tratativas e tentativas de solução administrativa, persistem irregularidades que não podem ser ignoradas”, destacou.Na ação, o Ministério Público também aponta a falta de uma definição administrativa sobre a situação do local, apesar das discussões realizadas entre a Ager-MT, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a concessionária responsável pela Rodoviária de Cuiabá. O pedido apresentado à Justiça inclui a suspensão imediata das atividades de embarque, desembarque e venda de passagens na Rodoviária do Coxipó até que a situação seja regularizada. O Ministério Público também requer que os órgãos responsáveis adotem medidas para garantir o cumprimento das normas que regem o transporte rodoviário intermunicipal em Mato Grosso. Para o Ministério Público, a eventual suspensão das atividades não deixará a população sem atendimento. Conforme informações da Sinfra-MT, Cuiabá conta com o Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, estrutura oficial do sistema de transporte intermunicipal, apta a absorver a demanda de passageiros.Foto: Reprodução
Fonte: Ministério Público MT – MT



