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Poder Judiciário e Defensoria Pública iniciam tratativas para 16ª edição do Ribeirinho Cidadão

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Justiça Comunitária, e a Defensoria Pública do Estado iniciaram as tratativas para a realização da 16ª edição do projeto Ribeirinho Cidadão, previsto para ocorrer de 10 a 20 de abril de 2023.
 
A ação deste ano foi autorizada pela presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, em continuidade às iniciativas sociais e de cidadania para comunidades ribeirinhas do Pantanal mato-grossense.
 
A data da expedição foi acertada em reunião realizada entre o coordenador da Justiça Comunitária, juiz José Antonio Bezerra Filho e a defensora pública-geral, Maria Luziane Ribeiro de Castro.
 
Agora, serão realizadas rodadas de reuniões para definição e levantamento da logística e chamamento dos parceiros que participarão do projeto.
 
O formato que deu certo na edição passada será mantido neste ano no que se refere a ida das equipes por terra. Os atendimentos na embarcação ficarão a cargo da Marinha do Brasil, sempre presente no projeto com atendimentos de saúde.
 
Para a defensora pública-geral, “a essência do projeto Ribeirinho Cidadão é justamente levar cidadania e justiça à população que mais precisa. É uma união fantástica de diversos parceiros que levam os mais variados serviços a nossa população ribeirinha”, comentou.
 
Maria Luziane Ribeiro de Castro classifica a parceria entre as instituições como fundamental para o sucesso do projeto. “A equipe da Justiça Comunitária, comandada pelo Dr. Tony, tem uma grande expertise na organização e a união de forças entre Defensoria Pública, TJ e os parceiros é a fórmula de sucesso que já garantiu milhares de atendimento ao longo desses 16 anos de existência do projeto”, assegurou.
 
Já o juiz José Antonio Bezerra Filho afirma que o Ribeirinho Cidadão é uma resposta dada à sociedade, com anuência da Presidência do Tribunal, com o comprometimento de fazer cada vez mais e melhor pelas comunidades mais carentes.
 
“Nos reunimos ontem com a Presidência e posteriormente com a Defensoria Pública para o alinhamento da data, que foi definida tendo em vista nosso compromisso com a Marinha. Agora vamos nos reunir com as prefeituras e localidades que são mais carentes dos serviços que serão oferecidos.”
 
A partir de agora será realizado planejamento e agenda de trabalho para verificar in loco cada local que receberá o projeto. “Com o apoio da Presidência o Ribeirinho Cidadão já é muito aguardado pela população justamente pelo trabalho que dignifica e leva tantos serviços. Vamos levar o perfil da Administração da desembargadora Clarice Claudino, de semear a paz e fortalecer a justiça, fomentando o bem e a pacificação social”, finalizou o magistrado.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Foto horizontal colorida. Defensora pública-geral está em pé, ao lado do juiz José Antonio Bezerra Filho. Ela usa uma blusa branca, tem cabelos compridos, na altura dos ombros. O magistrado usa terno e gravata azuis, camisa branca e óculos de grau. Eles estão sorrindo para foto. Ao fundo uma parede branca com um quadro com figuras de cajus.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Servidores participam de treinamento de brigada no MPMT

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Com o objetivo de fortalecer a segurança institucional e preparar servidores para atuar em situações de emergência, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NQVT), promove a segunda edição do Curso de Formação de Brigada de Incêndio. A capacitação atende às exigências da Norma Técnica nº 34/2020 do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso e da Norma Regulamentadora nº 23 (NR-23), voltadas à prevenção e ao combate a incêndios.O curso é realizado em duas turmas, com até 20 participantes cada, totalizando 40 vagas, e possui carga horária de 24 horas distribuídas ao longo de três dias. A formação contempla atividades teóricas e práticas sobre combate a incêndio, primeiros socorros e conteúdos complementares relacionados à prevenção de riscos e resposta a emergências.Responsável pela instrução, o subtenente do Corpo de Bombeiros João Paulo Gonçalves ressaltou que a capacitação segue uma grade curricular voltada à atuação inicial em situações críticas. “Estamos trabalhando conteúdos de primeiros socorros básicos, noções de combate a incêndio e também planos de evacuação. Os participantes aprendem a identificar e prestar o atendimento inicial em situações como acidentes e até um infarto agudo do miocárdio, utilizando técnicas de primeiros socorros e reanimação cardiopulmonar”, explicou.A arquiteta e engenheira de segurança do trabalho do Núcleo Vida Plena, Ariadna Campos, destacou o caráter prático da formação. “O interessante do curso é que, logo após a explicação teórica, temos a demonstração dos procedimentos com os participantes e o instrutor. Isso facilita a compreensão e contribui para que eles desenvolvam mais segurança para atuar diante de uma emergência”, afirmou.A formação da brigada é considerada fundamental para a segurança dos ocupantes da edificação e para o atendimento das exigências legais relacionadas à obtenção e manutenção do Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros. Os servidores que concluírem a capacitação passarão a integrar a Brigada de Incêndio da unidade pelo período de um ano, atuando em ações preventivas e na resposta inicial a ocorrências de emergência.O conteúdo programático prevê 12 horas de aulas teóricas e 12 horas de atividades práticas, abrangendo combate a incêndio, primeiros socorros e conteúdos complementares, proporcionando uma formação completa para atuação em situações que exijam agilidade, preparo técnico e compromisso com a preservação da vida.A Lei Estadual nº 12.149/2023 estabelece o regime jurídico estadual de segurança contra incêndio e pânico e inclui expressamente a brigada de incêndio entre as medidas de segurança contra incêndio e pânico. A própria lei determina que essas medidas observem as normas técnicas editadas ou adotadas pelo CBMMT.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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