MATO GROSSO
Polícia Civil conduz padrasto suspeito de importunação sexual contra enteada adolescente
MATO GROSSO
A Polícia Civil conduziu à delegacia, na manhã desta segunda-feira (04.05), um homem, de 30 anos, suspeito de praticar importunação sexual contra sua enteada, de 14 anos, no município de Novo São Joaquim.
O crime ocorreu na última sexta-feira (01.05), quando a vítima estava na residência da mãe, onde passaria o fim de semana. Durante a noite, enquanto dormia em um quarto, a adolescente relatou que o padrasto entrou no local, levantou a coberta e passou a tocá-la nas costas.
A vítima afirmou que percebeu a ação, mas permaneceu imóvel por medo. Ainda segundo o relato, o suspeito teria retornado ao quarto em outras ocasiões, e ficado observando a vítima.
O caso foi comunicado à Polícia Civil na noite desse domingo (03.05), quando a vítima procurou a Delegacia de Novo São Joaquim acompanhada da mãe, registrou um boletim de ocorrência e solicitou medidas protetivas, posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário.
Na manhã dessa segunda-feira (04.05), equipes policiais realizaram diligências para localizar o suspeito, que foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele foi interrogado e formalmente cientificado das medidas impostas.
Em depoimento, o suspeito confessou o crime, porém, disse não se recordar dos fatos, alegando que estava sob efeito de álcool.
A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar a prática de importunação sexual e adotar as providências legais cabíveis.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
Fonte: Ministério Público MT – MT



