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Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável contra a própria filha

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A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (17.2), em Colniza, um homem, de 41 anos, condenado por abusar sexualmente da própria filha, à época com 12 anos.

O preso foi condenado a 23 anos, um mês e três dias de prisão, em regime fechado. O mandado foi expedido pela Vara Única de Colniza, após condenação transitada em julgado, e cumprido por uma equipe da Delegacia de Colniza.

À época do fato, a própria criança ligou para a polícia e denunciou o pai. O Conselho Tutelar foi acionado e equipes dos dois órgãos foram até a casa da família.

Ao chegar na casa, os policiais e as conselheiras encontraram os pais da vítima e, em seguida, chamaram a criança, que relatou novamente como aconteciam os abusos frequentes. Os crimes ocorriam dentro da casa da família.

Diante disso, o pai foi preso e levado para a delegacia, mas respondeu pelo crime em liberdade. Após o indiciamento da Polícia Civil, ele foi julgado, condenado e, nesta terça-feira (17), com o mandado de prisão definitiva, preso.

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Fonte: Governo MT – MT

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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