MATO GROSSO
Polícia Civil prende homem suspeito de agredir e ameaçar matar a esposa na frente da filha
MATO GROSSO
A Polícia Civil cumpriu, nessa segunda-feira (15.12), em Matupá, um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 31 anos, suspeito de agredir fisicamente e ameaçar matar sua companheira, de 23 anos.
O suspeito compareceu espontaneamente à Delegacia de Matupá para prestar esclarecimentos em procedimentos em andamento. Segundo relato da vítima, no dia 07 de dezembro, o suspeito teve uma crise ciúmes quando retornava de Terra Nova do Norte com a esposa e passou a xingá-la e agredi-la fisicamente com socos no rosto.
A filha do casal, de cinco anos, acordou no momento que a mãe estava sendo agredida e pediu que o pai parasse de machucá-la, porém, o suspeito não cessou as agressões e disse para a criança: “Vou matar a sua mãe”.
Na sequência, ele foi até a cozinha e pegou uma faca. Com medo, a vítima saiu correndo e o marido foi atrás dela. A perseguição só cessou quando a vítima foi à casa de sua irmã.
Pouco depois, ela retornou para buscar as filhas e encontrou o suspeito se preparando para sair do local com as crianças. Ela conseguir pegar as meninas e o suspeito saiu da casa.
A mulher registrou um boletim de ocorrência e a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado, que foi deferida pelo Poder Judiciário.
Nessa segunda-feira, o suspeito se apresentou na delegacia e, após ser ouvido, foi dada voz de prisão. A ação ocorreu sem intercorrências, sendo assegurados todos os direitos e garantias constitucionais, como comunicação à família e preservação da integridade física do preso, não havendo necessidade do uso de algemas.
O investigado permanece à disposição da Justiça.
Fonte: Governo MT – MT
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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



