MATO GROSSO
Polícia Civil prende homem suspeito de matar vizinho a pauladas em Cuiabá
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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (12.2), um homem, de 69 anos, suspeito de assassinar o vizinho, de 64 anos, a pauladas, em Cuiabá.
O crime ocorreu no dia 20 de janeiro, no bairro Jardim Florianópolis, na Capital. O suspeito utilizou um pedaço de madeira para dar vários golpes na cabeça e no pescoço do vizinho, além de arremessar uma pedra na vítima.
A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) inconsciente e encaminhada para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na noite do dia do crime.
A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciou as investigações do caso assim que acionada. Após apurações, o delegado Bruno Abreu representou pelo mandado de prisão temporária do suspeito, que foi deferido pela Justiça.
Na manhã desta quinta-feira (12), ele foi localizado no Terminal do Bairro CPA I, em Cuiabá, onde teve o mandado cumprido.
O suspeito foi levado para a DHPP, onde será interrogado e, depois, ficará à disposição da Justiça.
Fonte: Governo MT – MT
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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus
O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.
Fonte: Ministério Público MT – MT



