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Polícia Civil prende suspeito e avança na elucidação de homicídio em Chapada dos Guimarães

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A Polícia Civil prendeu, nesse sábado (4.4), um dos suspeitos de envolvimento em um homicídio com características de execução, em Chapada dos Guimarães. A prisão ocorreu após ação ininterrupta das equipes policiais, permitindo a rápida identificação do suspeito, de 24 anos, e sua captura.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Chapada do Guimarães, aponta, com base nos indícios, até então levantados, que o crime possa ter ligação com ação de facção criminosa.

De acordo com o delegado responsável pela investigação, Bruno Barcellos, a investigação ganhou força após a identificação de ligação do crime com um furto ocorrido no dia anterior (sexta-feira). “Nesse caso, um celular havia sido subtraído e foi rastreado até uma área próxima ao ponto do homicídio”, revelou Bruno.

A autoridade policial também frisou que foram realizadas diversas oitivas, em que foi possível identificar que as circunstâncias dos fatos retratam um ambiente de medo e influência criminosa. “Informações levantadas apontam que a vítima já havia sofrido agressões anteriores e vivia sob ameaças”, disse o delegado.

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Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil realizou diligências, efetuou a prisão do suspeito, apreendeu um aparelho celular, prosseguindo nas buscas pelos demais envolvidos e por outros elementos de prova.

As investigações continuam, com análise de provas e adoção de novas medidas para responsabilizar todos os autores do crime.

Fonte: Governo MT – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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