MATO GROSSO
Polícia Civil realiza buscas em área de fazendas para localizar autor de homicídio de casal morto na frente do filho
MATO GROSSO
A Delegacia da Polícia Civil de Alto Boa Vista continua em diligências, nesta terça-feira (21.1), em uma área de mata no município, em busca do autor de um duplo homicídio ocorrido na tarde de segunda-feira (20). O crime vitimou um casal em um assentamento localizado entre os municípios de Alto Boa Vista e São Félix do Araguaia.
Romildo Borges Martins, 40 anos e Crislene Aparecida Ferreira Alves, de 39 anos foram mortos por disparos de arma de fogo desferidos por G.G.B, de 40 anos. O crime foi presenciado pelo filho do casal.
Conforme as primeiras investigações realizadas pela Polícia Civil, o crime teria sido motivado por um desacordo em uma transação comercial envolvendo a venda de gado, entre o suspeito do crime e a vítima Romildo.
A equipe da Delegacia de Alto Boa Vista apurou que o suspeito do crime emprestava dinheiro. À vítima, ele havia vendido em torno de 800 cabeças de gado, com pagamento a prazo e juros. No decorrer do negócio, a vítima teria atrasado parcelas do pagamento e o suspeito iniciou as cobranças, algumas delas seguidas de ameaças.
Nesta segunda-feira (20), o suspeito foi à propriedade das vítimas e fez cobranças mais incisivas, seguida de uma discussão com Romildo, mas não houve agressão corporal. Durante a desavença, a vítima Crislene tentou apartar a discussão, quando o suspeito sacou uma arma e desferiu dois disparos contra ela e na sequência, fez os disparos contra Romildo.
O crime foi presenciado pelo filho do casal, que foi encontrado em estado de choque e se refugiou no mato até que a polícia chegasse ao local.
Após cometer o crime, o suspeito fugiu em direção à mata. A equipe da Delegacia de Alto Boa Vista continua em diligências pela região para localizá-lo. Durante as buscas, os policiais civis encontraram objetos que indicam que o suspeito continua em fuga.
Fonte: Governo MT – MT
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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



