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Polícia Militar forma 25 militares no 10º Curso de Operações Rotam em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, nesta quinta-feira (14.5), a formatura de 25 policiais militares que concluíram o 10º Curso de Operações Rotam (COR). A solenidade ocorreu na sede da unidade, localizada no bairro Dom Aquino, em Cuiabá. O curso visa capacitação voltada ao patrulhamento tático especializado e ao fortalecimento das ações operacionais de enfrentamento à criminalidade.

A turma foi formada com 22 policiais militares do Estado, um de Mato Grosso do Sul e dois do Estado do Amazonas, reforçando a integração entre as forças de segurança pública do país e integração das unidades.

Durante 100 dias de curso, os militares passaram por treinamentos intensivos voltados a ocorrências de alta complexidade, técnicas de abordagem, operações urbanas, gerenciamento de crises, patrulhamento tático e enfrentamento às facções criminosas.

O comandante da Rotam, tenente-coronel Fábio Alves Ribeiro, parabenizou os policiais militares que concluíram o curso, destacando diversas ações de patrulhamento tático durante o estágio supervisionado e reforçando a importância da capacitação para o fortalecimento das ações no combate à criminalidade.

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“Em 20 dias de estágio operacional foram três confrontos policiais intensos contra membros de facções criminosas, e apreensão de 14 armas de fogo e quase 300 munições. Mais de 20 pessoas foram presas, veículos recuperados e mais de cinco quilos de entorpecentes foram retirados das ruas. Cada uma dessas ações representa vidas preservadas, segurança recuperada e esperança renovada. A formação não encerra uma caminhada, mas inicia uma nova jornada na carreira militar”, discursou o tenente-coronel Fábio Alves Ribeiro.

O comandante-adjunto da Polícia Militar, coronel André William Dorileo enfatizou que a formação desses novos operadores representa o fortalecimento das ações de patrulhamento tático especializado em Mato Grosso, e consequentemente, aos estados dos militares dos estados vizinhos.

“O Curso de Operações Rotam é uma das principais qualificações operacionais da Polícia Militar de Mato Grosso. É uma capacitação extremamente técnica, que prepara o policial para atuar em ocorrências de alta complexidade, sempre com foco na preservação da vida, na legalidade e na eficiência operacional”, comentou coronel Dorileo.

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A secretária de Estado de Segurança Pública, coronel Susane Tamanho, ressaltou os investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso para o fortalecimento das forças de segurança.

“O Governo do Estado tem realizado investimentos contínuos em capacitação, tecnologia, armamentos, viaturas e estrutura para as forças de segurança pública. A formação desses policiais demonstra o compromisso do Estado em preparar profissionais cada vez mais qualificados para garantir segurança e proteção à população mato-grossense”, declarou Susane.

Fonte: Governo MT – MT

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MT avança em eficiência e produtividade mesmo com um dos maiores volumes de processos do país

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Apesar da alta demanda processual registrada em Mato Grosso, a Justiça Estadual de Mato Grosso (TJMT) tem se destacado nacionalmente em indicadores de produtividade, celeridade e gestão processual. Segundo dados do relatório Justiça em Números 2026 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Judiciário mato-grossense registrou 165,7 casos novos por mil habitantes, índice superior à média nacional da Justiça Estadual, que é de 132,5 casos novos por mil habitantes.

Classificado pelo CNJ como um tribunal de médio porte, o indicador demonstra que Mato Grosso está entre os estados com maior judicialização do país. Contudo, mesmo com a alta demanda, o Poder Judiciário mato-grossense apresentou um avanço de 22 pontos percentuais no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus) da área judiciária, passando de 75% para 97%. O IPC-Jus é um dos principais indicadores do CNJ para medir a eficiência dos tribunais brasileiros.

“Mato Grosso possui uma das maiores demandas processuais do país quando analisamos o número de casos por habitante. Por isso, alcançar indicadores de produtividade e eficiência acima da média nacional demonstra a capacidade do Poder Judiciário mato-grossense de se organizar, inovar e responder com qualidade às necessidades da sociedade”, afirma o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote.

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O bom desempenho também pode ser verificado na taxa de congestionamento dos processos na fase de conhecimento. Conforme o relatório, o TJMT registrou índice de 53%, um dos menores do país e entre os melhores desempenhos da Justiça Estadual. “O que demonstra a capacidade do Judiciário mato-grossense de dar vazão ao acervo processual e reduzir o volume de processos pendentes nessa etapa da tramitação”, detalha o juiz auxiliar da Corregedoria, Jorge Alexandre Martins Ferreira.

O relatório também mostrou queda no estoque de execuções fiscais. Mato Grosso registrou redução de 26,8% no quantitativo de casos pendentes de execução fiscal em comparação com o ano anterior. Um desempenho superior à média da Justiça Estadual, que é de 25,2%.

Esse trabalho também teve reflexo na redução do tempo de tramitação dos processos. Segundo dados do relatório, o tempo de giro do acervo processual no primeiro grau passou de um ano e dois meses para um ano e um mês, uma redução de 7,1%. O que coloca Mato Grosso na terceira colocação entre os 27 tribunais do país e na segunda posição entre os tribunais estaduais de médio porte.

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Mato Grosso ainda se destaca na arrecadação de custas judiciais. Conforme o relatório Justiça em Números 2026, o Estado ocupa a terceira posição entre os Tribunais de Justiça do país no indicador que relaciona os valores arrecadados ao número de processos sujeitos à cobrança de custas.

O TJMT registrou arrecadação média de R$ 3.548,12 por processo ingressado, ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 4.386,38) e Rio de Janeiro (R$ 4.333,84). O resultado coloca o Estado acima da média da Justiça Estadual, que foi de R$ 2.861,96 por processo. “O que demonstra a efetividade na arrecadação dos valores legalmente devidos e contribuindo para a sustentabilidade das atividades do Poder Judiciário mato-grossense”, afirma o juiz auxiliar, Jorge Alexandre.

Autor: Larissa Klein

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Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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