CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Polícia Militar prende dupla de faccionados suspeita por homicídio em Comodoro

Publicados

MATO GROSSO

A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu dois homens faccionados, de 22 e 25 anos, suspeitos pelo homicídio que vitimou José Willian Alves, de 37 anos, na noite desta segunda-feira (4.5), em Comodoro. A dupla foi presa em flagrante e uma pistola e uma motocicleta utilizadas no crime foram apreendidas.

Por volta de 22h, a equipe da 2º Cia Independente de PM recebeu informações sobre um homicídio em uma quitinete, no bairro Cristo Rei. No local, os policiais confirmaram os fatos e a morte da vítima, e receberam informações de testemunhas de que o crime foi realizado por dois homens que estavam em uma motocicleta vermelha, sem placas de identificação.

Os militares iniciaram diligências e, com apoio do setor de inteligência, identificaram a suposta residência onde os criminosos estariam escondidos. Em seguida, se deslocaram ao endereço e encontraram a motocicleta e dois homens, com as mesmas características informadas.

Os suspeitos não resistiram à abordagem e, com eles, foi localizada uma pistola de calibre .9mm carregada com três munições, dentro de um capacete, além de um par de luvas e máscaras balaclavas.

Leia Também:  Rede Estadual amplia escolas cívico-militares e Mato Grosso chega a 188 unidades no modelo

Questionados sobre o crime, os suspeitos confessaram a autoria do homicídio e afirmaram que eram integrantes de uma facção criminosa. Eles ainda disseram que teriam recebido ordens de lideranças criminosas de Rondônia para executarem a vítima.

Diante da situação, os dois homens receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Júri de filho de ex-deputado é redesignado para o dia 21 de julho

Publicados

em

A 1ª Vara Criminal de Cuiabá acolheu pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e determinou, nesta segunda-feira (6), o levantamento integral do sigilo processual da ação penal que apura as mortes de Thays Machado e Willian Cesar Moreno. O requerimento foi protocolado em 2 de julho pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Na decisão, a magistrada reconheceu a regra geral de publicidade da sessão plenária, autorizando a presença do público no julgamento. Inicialmente marcado para esta terça-feira (7), o julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi redesignado pela Justiça para o dia 21 de julho de 2026, às 9h, após pedido da defesa relacionado ao acesso a materiais produzidos durante a investigação. Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso. Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado à inconformidade com o fim do relacionamento amoroso, mediante extrema violência e em circunstâncias que impossibilitaram qualquer reação da vítima.Para o MPMT, a conduta demonstrou elevado grau de crueldade, uma vez que os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em área urbana com intensa circulação de pessoas, utilizando uma pistola semiautomática.O MPMT sustenta ainda que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. Segundo a denúncia, o acusado se valeu da condição de ex-companheiro da vítima e de sua superioridade física para exercer controle e violência contra Thays Machado, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima e enquadrando o caso nas hipóteses legais de feminicídio.Em relação à morte de Willian Cesar Moreno, o Ministério Público denunciou o acusado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Conforme a acusação, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, impedindo qualquer possibilidade efetiva de reação ou fuga diante dos disparos efetuados pelo acusado.Ao analisar o pedido, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira entendeu que não há, neste momento, risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça. A magistrada destacou ainda que a publicidade dos atos processuais constitui regra constitucional e que o próprio Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas, manifestou-se favoravelmente à abertura da sessão. Apesar do levantamento do sigilo, a decisão estabelece restrições para a cobertura do julgamento. A cobertura televisiva da sessão ficará limitada à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo vedado o acesso ao plenário de equipes de emissoras e demais veículos de comunicação. Também permanece proibida a captação e divulgação de imagens que permitam a identificação do réu e dos jurados. O acesso do público em geral, contudo, está autorizado.

Leia Também:  TCE-MT realiza última campanha de doação de sangue de 2024 nesta quarta e quinta-feira; inscreva-se

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA