MATO GROSSO
Polícia Militar prende em Canarana suspeito de homicídio em Poxoréu
MATO GROSSO
A equipe da 5° Companhia Independente da Polícia Militar de Canarana prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (18.11), um homem, de 36 anos, suspeito pelo homicídio de Igo da Silva, 33 anos. O crime ocorreu no município de Poxoréu.
Após o crime, os policiais militares, com apoio do 11º Comando Regional de Primavera do Leste e do 13º de Água Boa, intensificaram o policiamento na região e receberam informações de que o suspeito do homicídio estaria em direção ao município de Canarana, na rodovia MT 0-20.
Diante dos fatos, as equipes identificaram o homem, que, ao perceber aproximação das equipes, fugiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial. Ele foi abordado enquanto passava por uma estrada de chão.
As equipes entraram em contato com a esposa de Igo, que reconheceu o suspeito e o veículo usado no homicídio. O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência. As equipes ainda mantêm buscas pelo comparsa.
Entenda o caso
Na tarde de terça (18.11), a vítima, Igo da Silva, e sua esposa, estavam trafegando com seu veículo Fiat Toro, pela rua Vicinal Vale Verde, quando foram surpreendidos por dois indivíduos em um veículo VW Gol, de cor branca, na cidade de Poxoréu.
Na ação, dois homens armados com uma pistola, efetuaram vários disparos contra o veículo. A vítima e a testemunha saíram do veículo e fugiram a pé, sendo perseguidos pelos suspeitos, que continuaram com os disparos. Igo foi atingido na cabeça, não resistiu ao ferimento e morreu no local.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
*Supervisão Wellyngton Souza
Fonte: Governo MT – MT
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Delegado e investigador são condenados por corrupção
A Justiça condenou o delegado de Polícia Civil Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, o investigador Marcos Paulo Angeli e os empresários Sidney Carlos de Paula e Romildo Queiroz de Souza por crimes de corrupção relacionados à atuação da Delegacia de Polícia de Peixoto de Azevedo. A sentença foi proferida pelo juiz Guilherme Leite Roriz, da 1ª Vara da comarca, nesta quinta-feira (16). De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), as investigações tiveram origem em apurações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Civil, que revelaram um suposto esquema de cobrança e recebimento de vantagens indevidas para liberação de bens apreendidos e concessão de benefícios a pessoas presas.Segundo a sentença, diálogos obtidos por meio de captação ambiental autorizada judicialmente demonstraram que os dois agentes públicos discutiram a divisão de valores oferecidos, utilizando inclusive a expressão “fifty-fifty” para indicar a repartição igualitária da quantia. Além disso, a Justiça reconheceu a prática de dois crimes de corrupção passiva relacionados a pessoas presas na delegacia em novembro de 2023. Conforme a decisão, Geordan e Marcos Paulo solicitaram R$ 10 mil para que um empresário, preso em flagrante durante a Operação Hermes II, permanecesse em alojamento com ar-condicionado e não fosse recolhido à cela comum.Os dois também foram condenados por solicitar vantagem indevida de R$ 9 mil para que um homem, preso por embriaguez ao volante, fosse colocado em liberdade após o pagamento da fiança oficial de R$ 1 mil. De acordo com a decisão, conversas registradas pela investigação demonstraram que os acusados estabeleceram o valor total de R$ 10 mil, descontando a fiança legal e dividindo entre si a quantia restante.Pela condenação, o delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues recebeu pena de 10 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de 210 dias-multa. Marcos Paulo Angeli foi condenado à mesma pena: 10 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e 210 dias-multa. Já Romildo Queiroz de Souza e Sidney Carlos de Paula foram condenados por corrupção ativa à pena de 2 anos e 8 meses de reclusão e 30 dias-multa cada um.Na sentença, o magistrado também decretou a perda dos cargos públicos de Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, delegado da Polícia Civil, e Marcos Paulo Angeli, investigador da Polícia Civil. Segundo a decisão, as condutas praticadas demonstraram incompatibilidade absoluta com o exercício da função pública, especialmente por terem ocorrido no interior da própria delegacia e envolverem a comercialização de atos de ofício e benefícios a custodiados. A perda dos cargos deverá ser efetivada após o trânsito em julgado da condenação.
Fonte: Ministério Público MT – MT


