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Polícia Penal apreende visitantes com entorpecentes na penitenciária de Rondonópolis

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Policiais penais da Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, em Rondonópolis, impediram, neste domingo (4.1), a entrada de drogas na unidade prisional ao flagrar três visitantes transportando maconha durante a revista eletrônica. O entorpecente estava oculto na região íntima das suspeitas, que foram detidas e encaminhadas às providências legais.

Além dessa apreensão, durante o período de ano novo, as equipes da Polícia Penal registraram outras ocorrências de tentativa de entrada de materiais ilícitos na penitenciária de Rondonópolis.

No primeiro dia de 2026, policiais penais flagraram uma motocicleta entregando material proibido para um dos apenados que fazia limpeza na área externa da unidade prisional. A equipe fez a abordagem e revista, para detecção do objeto, contudo, o motorista empreendeu fuga.

No dia 29 de dezembro, os policiais penais detectaram um aparelho drone sobrevoando a penitenciária, com objetivo de lançar um pacote com materiais ilícitos dentro do raio 2 da unidade. A equipe penal da penitenciária imediatamente se deslocou para a ala, e realizaram revistas minuciosas nas celas para detecção do objeto.

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Em razão das festividades de fim de ano, a direção da unidade intensificou as revistas e sentinelas nos perímetros externos e internos, com o objetivo de coibir qualquer atividade de entrada de materiais ilícitos na penitenciária.

*Com supervisão da jornalista Raquel Teixeira

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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