MATO GROSSO
Polícia Penal prende 22 mulheres que tentavam entrar na PCE com documentos falsos
MATO GROSSO
Conforme a Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP), as mulheres não tinham feito a solicitação das carteiras de visitantes, pois não constavam protocolos de entrada para a confecção dos documentos, apontando que eram falsos. Além disso, os dispositivos de segurança (QR Code) não eram compatíveis com nenhum código utilizado nas Carteiras Individuais de Visitantes.![]()
Já a localização do entorpecente ocorreu após mulheres passarem pelo escanner corporal e levantarem suspeitas dos policiais penais que iniciaram uma revista minuciosa. Na abordagem, os agentes apreenderam quatro porções de maconha, duas de cocaína, 200 papelotes de seda, sete carregadores, sete cabos USB’s e chips para celulares. Todo material estava preso ao corpo das visitantes.
Diante dos fatos, as mulheres, a droga e as carteiras foram encaminhadas para a Central de Flagrantes.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Artesanato indígena de MT vira destaque nacional e movimenta R$ 68 mil em um dia na Bienal de SP
O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.
Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.
Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.
Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.
“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.
Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.
Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.
“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.
Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.
A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.
“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.
A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.
Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.
“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.
O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.
Fonte: Governo MT – MT
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