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Policiais da Patrulha Rural prendem quatro pessoas por invasão a fazenda

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Policiais da Patrulha Rural do 11º Batalhão de Polícia Militar de Sinop prenderam quatro pessoas por invasão a uma fazenda em União do Sul (719 km de Cuiabá), sendo três homens e uma mulher, por porte ilegal de arma de fogo.

A ação policial ocorreu no início da noite dessa segunda-feira (18.09), após denúncia do proprietário da fazenda de que o grupo de pessoas estava cometendo crime ambiental, extraindo madeira ilegal, e já tinham montado barracos na área.

Os policiais constataram, entre outros possíveis crimes, o desmatamento de uma trilha de cerca de 3 km para chegar até a margem de um córrego, ponto onde ocorria a retirada ilegal de madeira e a instalação de moradias improvisadas.

No local, havia dois barracos, camas e redes, um fogão de madeira e tijolos, entre outras estruturas improvisadas, conforme o relatório e imagens feitas pelos policiais. A arma apreendida, uma espingarda calibre 24, acompanhada de com 9 munições, foi encontrada sobre a cama de um dos barracos.

Além de identificar os quatro suspeitos detidos, os policiais apreenderam documentos pessoais de mais dois supostos invasores que não estavam no local. Esses podem ter conseguido fugir durante a chegada das equipes da Polícia Militar.

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Os quatro detidos e a arma apreendida foram encaminhados à delegacia de Cláudia.

Tolerância zero

As forças policiais, civil e militar, atuam em conjunto em todo Mato Grosso com rondas ostensivas, investigações, monitoramento e atividades de inteligência com o objetivo de prevenir e reprimir as invasões. A determinação do governador Mauro Mendes é de tolerância zero às ocupações ilegais de terras no Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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