MATO GROSSO
Policiais penais descobrem novo tipo de esconderijo e apreendem 21 celulares na PCE
MATO GROSSO
A Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, passou por uma grande revista nesta terça-feira (11.2), em que foram encontrados 21 aparelhos celulares. O motivo da grande apreensão foi a descoberta de um novo tipo de esconderijo criado pelos reeducandos, em pratos e copos, que deveriam ser utilizados para a alimentação.
Os policiais encontraram diversos pratos e copos cortados, empilhados e transformados em “potes”, que funcionavam como um “fundo falso” para esconder materiais proibidos (veja vídeo aqui).
Nesta terça-feira, foram localizados e apreendidos, na PCE, 21 aparelhos celulares, duas carcaças de celulares, 60 porções de drogas, oito fontes de carregadores, 12 cabos USB, dois fones de ouvido, uma balança de precisão e um carregador portátil.
“Esse novo método de esconder celulares, em pratos e copos, foi descoberto recentemente pela Polícia Penal e já está sendo combatido. Enquanto os reeducandos destroem objetos entregues para a alimentação deles, familiares reclamam que esses mesmos itens estão em falta. A Secretaria de Justiça seguirá com as ações do programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, respeitando os direitos dos reeducandos, mas sem permitir a entrada, ou permanência, de ilícitos”, disse o secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.
A ação na PCE, nesta terça-feira, aconteceu de forma simultânea com revistas em todas as unidades prisionais do Estado. Em todo o Estado, foram apreendidos 39 aparelhos celulares, 278 porções de drogas, 15 armas artesanais, 23 carregadores tradicionais e um portátil, 15 chips telefônicos, 11 fones de ouvido, 18 litros de bebidas artesanais e uma balança de precisão.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
TJ nega recurso e mantém condenação de réu a 42 anos por homicídio
A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou o recurso de apelação interposto pela defesa de Alex Júnior Cardoso e manteve a condenação a 42 anos, nove meses e sete dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de 824 dias-multa, pelo homicídio de Clever Luciano Venâncio, reconhecido como praticado em contexto de homofobia. Alex foi julgado pelo Tribunal do Júri de Rio Branco (a 356 km de Cuiabá), em dezembro de 2025.O Conselho de Sentença condenou o réu pelos crimes de homicídio qualificado, furto majorado, tráfico de drogas e organização criminosa armada, ao reconhecer a materialidade e a autoria dos delitos. Conforme decidido pelos jurados, o homicídio foi praticado por motivo fútil, mediante dissimulação e com o emprego de arma de fogo de uso restrito e resultou em uma pena de 29 anos, 9 meses e 9 dias de reclusão.Ao votar pela manutenção da sentença, em abril de 2026, o desembargador relator Wesley Sanchez Lacerda afirmou que “não há qualquer ilegalidade ou injustiça na aplicação da pena, que se mostra compatível com a gravidade dos fatos”. O magistrado também reforçou que “o agir do acusado se revestiu de grau acentuado de censurabilidade, na medida em que dirigido contra a vítima em contexto que evidenciou intolerância e desprezo por característica pessoal sensível, historicamente marcada por estigmatização e violência”.O crime ocorreu em junho de 2024, na zona rural de Lambari D’Oeste, quando Alex Júnior Cardoso atraiu Clever Luciano Venâncio para um local isolado após simular interesse sexual. Segundo os autos, o réu agiu de forma planejada e utilizou uma arma de fogo de uso restrito para matar a vítima. Após o homicídio, ele se apropriou de pertences de Clever, incluindo dinheiro e bens pessoais, e fugiu do local.
Foto: Freepik.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

