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Polícias Civil e Militar prendem faccionados com drogas e arma de fogo em Matupá

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Três integrantes de uma façcão criminosa envolvidos com crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo foram presos em flagrante, na sexta-feira (14.3), em ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar, no município de Matupá. As prisões integram os trabalhos do Programa Tolerância Zero do Governo do Estado para combate à atuação de facções criminosas em todo Mato Grosso.

As diligências iniciaram após as equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar levantarem informações de que faccionados estavam em uma residência no bairro Jardim União, realizando o comércio de entorpecentes, local em que também estariam armazenadas armas de fogo.

Com base nos levantamentos, os policiais passaram a monitorar o endereço, momento em que um dos suspeitos fugiu ao avistar as equipes. Os policiais conseguiram abordá-lo, sendo encontrado com ele uma porção de maconha.

Diante das evidências, as equipes policiais seguiram para a residência, onde encontraram o segundo suspeito. Em buscas no local, foi localizado, debaixo de um colchão, um revólver calibre 38 com quatro munições intactas e uma porção grande de maconha.

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Em continuidade às diligências, os policiais foram para outra residência onde estaria o responsável pela venda dos entorpecentes. No local, além da prisão do terceiro suspeito, foi realizada a apreensão de dinheiro, porções de pasta base e de cocaína e de uma balança de precisão, que estavam escondidos no forro da casa.

Todo material ilícito encontrado nas duas residências foi apreendido e os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Matupá, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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