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Polícias Civil e Militar prendem mulher por tráfico e fecham ponto de venda de drogas em Santa Cruz do Xingu

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Um ponto de venda de drogas localizado no bairro Vila União em Santa Cruz do Xingu foi desarticulado, na noite de domingo (22.2), em operação conjunta realizada pelas equipes da Polícia Civil e Polícia Militar, no município.

Uma mulher, de 27 anos, responsável pelo local foi autuada em flagrante por tráfico de drogas e um homem, de 43 anos foi conduzido por uso de drogas. A ação resultou ainda na apreensão de porções de entorpecentes e diversos apetrechos relacionados ao tráfico.

As equipes policiais realizavam rondas e trabalho de monitoramento no bairro Vila União, para averiguação de locais mapeados previamente como pontos de venda de entorpecentes. Um dos focos era a residência de uma traficante, que teria se deslocado do Distrito de Santo Antônio do Fontoura para atuar com a venda de drogas em Santa Cruz do Xingu.

Durante o monitoramento do local, os policiais flagraram o momento em que um usuário saiu do imóvel, quando fizeram a abordagem. Com ele, foi apreendida uma porção de maconha. Ele confessou ter adquirido com a traficante.

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Com base nos indícios apurados, os policiais retornaram ao endereço e foram atendidos pela suspeita. Durante as buscas na residência, apreenderam uma balança de precisão, máquinas de cartão, quantia em dinheiro trocado, porções de pasta base de cocaína e materiais utilizados para embalar a droga. Segundo a corporação, os itens são compatíveis com a prática de tráfico de entorpecentes.

Todo material ilícito foi apreendido e tanto a mulher responsável pelo comércio de drogas, quanto o usuário foram conduzidos à Delegacia de Santa Cruz do Xingu para as providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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