MATO GROSSO
Polícias Civil e Militar prendem suspeito de estupro em Matupá
MATO GROSSO
Uma ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar de Matupá, nessa quinta-feira (25.12), resultou na prisão de um homem de 26 anos, suspeito de cometer o crime de estupro contra uma mulher de 41 anos, no município.
A vítima procurou a unidade da Polícia Militar acompanhada de familiares, relatando que, após uma confraternização em sua residência, recolheu-se ao quarto para dormir. Segundo o relato, ela despertou ao perceber que estava sendo tocada de forma indevida, constatando que o suspeito tentava manter conjunção carnal sem o seu consentimento. Assustada, a vítima conseguiu se desvencilhar e buscou ajuda imediata.
Após o atendimento inicial, a vítima foi deixada aos cuidados de familiares, enquanto as forças de segurança iniciaram diligências para localizar o suspeito. Durante as buscas, os policiais identificaram indícios de que o investigado estaria escondido em um imóvel, onde foi localizado e preso.
No local, o suspeito foi encontrado dormindo, sendo cientificado sobre o crime pelo qual é investigado e sobre seus direitos constitucionais. Para resguardar a integridade física dos envolvidos, foi necessário o uso de algemas. Durante a ação, foram apreendidos objetos que podem contribuir para a elucidação dos fatos, os quais foram devidamente lacrados e encaminhados para análise pericial.
O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Matupá, onde permanece à disposição da Justiça para as providências legais cabíveis.
O caso segue sob investigação.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.
Fonte: Ministério Público MT – MT



