CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

“Por Dentro da Magistratura” recebe o juiz Eduardo Calmon

Publicados

MATO GROSSO

A 21ª edição do programa “Por Dentro da Magistratura” teve como convidado o juiz Eduardo Calmon de Almeida Serra, titular da 7ª Vara Criminal da Capital e auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça no biênio 2021/2022. A entrevista pode ser assistida na íntegra no link:
 
 
Calmon é graduado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e possui mestrado e doutorado pela Faculdade de Direito do Largo do São Francisco, da Universidade de São Paulo. Ingressou na carreira da magistratura em 2004, em São Paulo, capital, sendo Chapada dos Guimarães a primeira comarca a ser jurisdicionada.
 
Em entrevista concedida ao desembargador Marcos Machado e à jornalista Fernanda Fernandes, Calmon destacou que em tempos de pós-modernidade e todos os desafios postos por ela, o Poder Judiciário precisa se especializar para atender às demandas apresentadas. “A qualificação se mostra indispensável. Nós precisamos especializar os magistrados. Se nós temos um médico para tratar do pulmão, se nós temos um médico para tratar do coração, se nós temos um médico para tratar da visão, os magistrados devem seguir o mesmo parâmetro de especialidade. E essa especialização vem da aquisição de conhecimentos direcionados, primeira etapa da especialização”, afirma.
 
Por Dentro da Magistratura é um projeto da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis/MT) e tem como proposta conhecer experiências e condutas de magistrados a partir de situações pessoais durante a carreira, além de suas opiniões e escolhas e relacionamentos pessoais, institucionais e sociais, com o objetivo de transmitir tudo isso na forma de orientação ou recomendação a magistradas e magistrados.
 
 
Johnny Marcus
Assessor de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Governo de MT sanciona lei que pune invasores de terras
Propaganda

MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Publicados

em

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Leia Também:  Botão vai trazer uma segurança maior nas corridas, diz motorista por aplicativo sobre Vigia Mais Motorista

Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

Leia Também:  Servidores públicos estaduais de MT podem se inscrever em seis capacitações gratuitas na área de tecnologias digitais

Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA