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Porto Alegre do Norte suspende expediente presencial por 15 dias

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A Comarca de Porto Alegre do Norte estará com expediente presencial suspenso por 15 dias. A determinação é do juiz Daniel de Sousa Campos, diretor do Foro, e está expressa na Portaria N. 58/2022-CPAN, que informa que no período será realizada manutenção predial preventiva do Fórum, a partir do dia 31 de agosto. Servidores(as) realizarão os trabalhos na modalidade home office.
 
A execução do serviço de manutenção envolverá alvenaria, hidráulica, pintura, elétrica e outros trabalhos que impossibilitará a manutenção do expediente presencial.
 
Os prazos processuais não serão suspensos, já que os processos tramitam de forma virtual pelo Processo Judicial Eletrônico (PJe), CIA e SEEU.
 
Ficam suspensas as assinaturas presenciais dos investigados/acusados/sentenciados/reeducando até o dia 30 de setembro, conforme determinado na Portaria N. 59/2022-3CPAN.
 
O atendimento às partes, advogados, membros do Ministério Público, procuradores e demais jurisdicionados será realizado pelos contatos abaixo:
 
1ª VARA:
 
Secretaria: [email protected]
 
 
2ª VARA E JUÍZADO ESPECIAL CÍVEL:
 
Secretaria: [email protected]
 
 
3ª VARA E JUÍZADO ESPECIAL CRIMINAL:
 
Secretaria: [email protected]
 
 
CENTRAL DE ADMINISTRAÇÃO:
 
 
Central de Arrecadação e Arquivamento (CAA): [email protected]
 
CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO:
 
Distribuidor: [email protected]
 
PLANTÃO: (66) 9.9239-9615
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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