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Procon-MT fecha 2025 com 793 ações de fiscalização e presença em todo o Estado

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Em 2025, a Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), realizou 793 ações de fiscalização no Estado e aplicou cerca de R$ 54 milhões de reais em multas, por meio da Coordenadoria de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado.

A secretária adjunta, Ana Rachel Pinheiro Gomes, destaca que o Procon Estadual trabalha em conjunto com os Procons Municipais e órgãos que atuam na defesa do consumidor para garantir a saúde e segurança dos consumidores e que as legislações consumeristas sejam cumpridas.

“Ao longo do ano passado, foram realizadas ações integradas com a Polícia Judiciária Civil, Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT), Vigilâncias Sanitárias, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT) e Ministério Público Estadual. No último ano, 30,51 % dos estabelecimentos notificados em fiscalização orientadora realizaram a regularização e adequação às normas de proteção e defesa do consumidor, conforme orientado pelos fiscais do Procon Estadual”, informa a secretária.

De acordo com o coordenador, André Badini, entre as atribuições da Coordenadoria de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado estão controlar e fiscalizar as infrações às relações de consumo em Mato Grosso.

“Em 2025, executamos uma série de ações estratégicas voltadas à repressão de práticas abusivas e à garantia da segurança do consumidor mato-grossense. Monitoramento de mercado, orientação aos fornecedores, investigação e repressão aos ilícitos consumeristas por meio de operações de fiscalização, inclusive em ações integradas com outros órgãos, estão entre as atribuições da Coordenação de Fiscalização do Procon-MT, explica André.

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Entre as ações de destaque realizadas em 2025, no combate à pirataria, está a operação Marca Registrada. Realizada em conjunto com a Delegacia do Consumidor (Decon-MT), a fiscalização resultou na apreensão de milhares de roupas falsificadas em Cuiabá e Várzea Grande.

Na preservação da saúde pública de Mato Grosso, destacam-se, além da apreensão e inutilização de produtos impróprios para o consumo em diversos estabelecimentos, a interdição de uma fábrica clandestina de bebidas destiladas que operava em condições insalubres. A ação também foi realizada em conjunto com a Decon-MT.

No setor de serviços e tecnologia, o órgão apurou a legalidade da exclusão da bagagem de mão gratuita em novas tarifas aéreas e intensificou a fiscalização contra a venda de aparelhos proibidos no Brasil no Google Shopping, visando proteger dados e a segurança física dos usuários.

Em parceria com os Procons Municipais de Várzea Grande, Campo Verde e Rondonópolis, a Coordenação de Fiscalização iniciou ação orientadora em escolas particulares, para verificar a transparência contratual e a garantia da acessibilidade nas instituições de ensino.

Outra ação importante, foi a realização de qualificação técnica dos fiscais para enfrentar desafios emergentes, como a inteligência artificial, bebidas falsificadas e a regulação de apostas online (BETs).

“O mercado de consumo é dinâmico. E a cada dia chegam aos Procons relatos de novos problemas que afetam os consumidores. Daí a importância da atualização e qualificação continuada dos servidores”, avalia a secretária Ana Rachel.

FISCALIZAÇÃO EM NÚMEROS

Ações de Fiscalização

793

Ações de Monitoramento de Mercado

62

Relatórios de Fiscalização e Pareceres Técnicos

138

Autos de Constatação e Notificação

454

Medidas Cautelares – Apreensão de Produtos

35

Processos Administrativos Sancionadores Instaurados

por Auto de Infração

166

Diligências presenciais (municípios)

Cuiabá – MT, Poconé – MT, Nobres – MT, Chapada dos Guimarães – MT, Várzea Grande – MT, Confresa – MT, Jaciara – MT, Jauru – MT, Sorriso – MT

Fiscalização remota (municípios)

Mato Grosso (Cuiabá – MT, Nobres – MT, Várzea Grande – MT, Poconé – MT, Chapada dos Guimarães – MT, Confresa – MT, Jaciara – MT, Jauru – MT, Mirassol d’Oeste – MT, Sorriso – MT

Tangará da Serra – MT, São José do Rio Claro – MT, Nova Ubiratã – MT, Juína – MT)

Outros Estados: (São Paulo – SP, Fortaleza – CE, Itaara – RS, Porto Alegre – RS, Espigão d’Oeste – RO, Belo Horizonte – MG, Osasco – SP, Rio de Janeiro – RJ, Extrema – MG, Goiânia – GO, São Pedro – SP)

Estabelecimentos notificados que demonstraram regularização e adequação às normas de proteção e defesa do consumidor

Média: 30,51 %

Multas Aplicadas em Auto de Infração

R$ 53.971.030,25

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MULTAS APLICADAS EM AUTO DE INFRAÇÃO – PRINCIPAIS SEGMENTOS

(Milhão/R$)

Fabricantes/

Distribuidores

Supermercados

Conc. Serviços Públicos

Eventos e Agências

Comércio

Eletrônico

Outros

Instituições

Financeiras

Op. De Planos de Saúde

11.95

10.08

9.93

6.68

3.17

2.44

1.61

1.46

Fonte: Governo MT – MT

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Mobilização social: Explicando Direito aborda atuação jurídica em defesa dos catadores

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O podcast Explicando Direito desta semana aborda um tema essencial para a justiça social e ambiental: a atuação dos catadores e catadoras de materiais recicláveis. A convidada do episódio é a defensora pública de Mato Grosso Carolina Renée Pizzini Weitkiewic para falar sobre o assunto.
Cerca de 90% de tudo o que é reciclado no Brasil passa pelas mãos desses trabalhadores, que historicamente enfrentam invisibilidade, precariedade e exclusão. Em Mato Grosso, o Direito tem sido utilizado como ferramenta de transformação social, viabilizando a organização de famílias, a superação de lixões e a criação de associações e cooperativas com geração de renda. Nesse sentido, Caroline apresenta o trabalho do Grupo de Atuação Estratégica de Direitos Individuais e Coletivos dos Catadores e Catadoras de Mato Grosso (Gaedic), projeto realizado em Água Boa, de atuação contínua, que passou a unir assistência jurídica, articulação de diversas instituições e mobilização da sociedade.
Ainda na entrevista concedida à jornalista Elaine Coimbra, a defensora apontou que a valorização dos catadores impacta diretamente a coletividade, ao contribuir para cidades mais limpas, redução de enchentes e proteção ambiental. Segundo ela, a responsabilidade pela destinação correta dos resíduos é compartilhada, e começa dentro das casas, com a separação adequada do lixo reciclável.
“Como as pessoas que estão na sua casa podem contribuir? Fazendo a separação. Depois que tiver utilizado uma caixinha de leite, por exemplo, passe uma água, amasse direitinho e coloque separada dos outros materiais. Utilizou um papelão, comprou um sapato que veio numa caixa, separe, não coloque com lixo orgânico, porque essa caixa é matéria-prima para esses catadores e para a destinação ambientalmente adequada, que é o que se pressupõe no Lixo Zero. (…) Nada vai ser possível se as pessoas não se conscientizarem. É dentro das casas que isso tem que mudar, a partir dessa separação.”
A íntegra da entrevista está disponível no Spotify do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Clique neste link para conferir.
Para ouvir o programa pela rádio, acesse esse link.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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