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Projeto de viveiro permanente é lançado com apoio do MPMT

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A 1ª Promotoria de Justiça de Campinápolis (a 658 km de Cuiabá) destinou, via Banco de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre), R$ 540 mil para a implantação de um viveiro permanente na cidade, iniciativa que integra o projeto Colher e Plantar. O lançamento oficial do projeto ocorreu no dia 10 de outubro (sexta-feira), durante evento alusivo ao Dia da Árvore, reunindo autoridades, educadores, produtores rurais e representantes da sociedade civil.Conforme o promotor de Justiça Fabricio Miranda Mereb, o Colher e Plantar tem como objetivo promover educação ambiental, reflorestamento e recuperação de áreas degradadas, com foco na restauração de nascentes e Áreas de Preservação Permanente (APPs) no município. A estrutura do viveiro será utilizada para aulas práticas de cultivo e plantio, voltadas à comunidade escolar e à população em geral, fortalecendo o vínculo entre preservação ambiental e formação cidadã.Durante o evento, realizado na Igreja de Deus Conosco, foram realizadas duas palestras com especialistas da área. A advogada e produtora rural Kamila Lobo abordou o papel do produtor rural na preservação ambiental, e a professora da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) Maiara Thaísa Oliveira Rabelo apresentou boas práticas em gestão de resíduos sólidos e extensão universitária.O encerramento contou com o plantio simbólico de mais de 150 mudas de árvores, reforçando o compromisso coletivo com o meio ambiente e com as futuras gerações.O projeto é realizado pelo Sindicato Rural de Campinápolis, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) e MPMT, com apoio da Prefeitura Municipal, Secretarias de Meio Ambiente e Educação, Igreja de Deus Conosco, Escola Estadual Couto Magalhães, Equoterapia Campinápolis e Portal do Araguaia Resíduos.

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Fotos: Prefeitura Municipal.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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