MATO GROSSO
Projeto “Justiça em Ação” será realizado nesta sexta-feira no Distrito de Aguaçu
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O Distrito de Aguaçu, em Cuiabá, recebe nesta sexta-feira (10) a primeira edição do projeto Justiça em Ação, promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso dentro da programação da Semana Nacional da Saúde.
A ação será realizada das 8h às 17h, na Escola Municipal Rural de Educação Básica Professor Udeney Gonçalves de Amorim, com oferta concentrada de serviços de saúde, cidadania e orientação jurídica.
Entre os atendimentos previstos estão consultas com clínico geral, pediatra, ortopedista e médico da família, além de serviços odontológicos, enfermagem e assistência farmacêutica. Também serão realizados exames de vista, com entrega gratuita de lentes e armações.
No eixo de cidadania, a população poderá emitir documentos, receber orientações jurídicas, acessar serviços de mediação e conciliação e participar de atividades educativas, ambientais e recreativas.
A iniciativa reúne diferentes instituições públicas e parceiros para atendimento direto à população, com foco na descentralização dos serviços e no acesso facilitado a direitos básicos. A ação integra a mobilização nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça para ampliar o atendimento de demandas na área da saúde por meio do Judiciário.
A realização é da Justiça Comunitária do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, do Comitê de Saúde do Poder Judiciário e Exército Brasileiro.
Confira a lista completa de parceiros participantes.
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Semana Nacional da Saúde: Justiça em Ação leva cidadania e serviços essenciais ao Distrito de Aguaçu
Autor: Dani Cunha
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.
Fonte: Ministério Público MT – MT



