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Projeto socioambiental leva educação e sustentabilidade para crianças em Santo Antônio

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O Centro de Estudos Integrados em Meio Ambiente (Cesima) realiza, na próxima quarta-feira (5 de agosto), a segunda visita do projeto “Meio Ambiente e Sustentabilidade: Construindo um Futuro Melhor”, que levará atividades de educação socioambiental para a Escola Municipal Agrovila, em Santo Antônio de Leverger. A programação terá início às 13h30 e deverá reunir aproximadamente 73 estudantes com idades entre 5 e 8 anos.
A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à conscientização ambiental, ao incentivo da sustentabilidade e à formação cidadã desde a infância, por meio de atividades desenvolvidas de forma lúdica e adequada ao público escolar.
A proposta pedagógica do projeto considera as particularidades de cada município atendido, com atividades adaptadas à realidade local e ao perfil dos estudantes participantes. A expectativa é fortalecer a cultura da sustentabilidade entre as novas gerações, incentivando a adoção de hábitos e práticas que contribuam para a preservação ambiental e para o desenvolvimento sustentável.
A coordenadora do Cesima e idealizadora da iniciativa, a juíza de direito Henriqueta Lima, destaca a importância de ampliar o alcance do projeto nos municípios mato-grossenses. “A continuidade do projeto ‘Meio Ambiente e Sustentabilidade: Construindo um Futuro Melhor’ representa mais um importante passo na missão de levar educação socioambiental às crianças das escolas públicas de Mato Grosso. Cada município possui sua própria realidade e seus desafios, por isso buscamos desenvolver atividades adequadas ao contexto local e à faixa etária dos alunos”, pontua.
“Estamos muito felizes em chegar a Santo Antônio de Leverger e contar, mais uma vez, com o apoio das instituições parceiras que acreditam na educação como instrumento de transformação. Investir na conscientização das crianças é semear atitudes responsáveis que contribuirão para a construção de um futuro mais sustentável para toda a sociedade”, complementa a magistrada.
O projeto conta com a participação de parceiros institucionais que atuam ao lado do Cesima. Esta é a segunda visita e, na promoção das ações, estão a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), o Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso; o Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam); Programa Verde Novo do Tribunal de TJMT; a Prefeitura de Santo Antônio; a Comissão de Direito
Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB/MT); a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato); a Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir); bem como a Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat) .

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais nesta segunda-feira (12)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta segunda-feira (12.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari d’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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