MATO GROSSO
Provas objetivas serão aplicadas domingo (14) em Cuiabá e São Paulo
MATO GROSSO
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realiza neste domingo (14) a prova objetiva do concurso público para o cargo de Promotor de Justiça Substituto. A avaliação será aplicada das 13h às 18h, no horário de Brasília, nas cidades de Cuiabá e São Paulo, sob organização da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com o edital, os candidatos devem estar atentos aos horários locais de aplicação. Em Cuiabá, os portões serão abertos às 10h30 e fechados às 11h30, com início da prova previsto para as 12h e término às 17h. Já em São Paulo, a abertura ocorrerá às 11h30, o fechamento às 12h30, com início às 13h e encerramento às 18h. A orientação é que os participantes cheguem com antecedência, uma vez que não será permitida a entrada após o fechamento dos portões.
Os locais de prova estão disponíveis para consulta no endereço eletrônico da banca organizadora, acesse aqui. O MPMT reforça que é de responsabilidade do candidato verificar previamente o local de realização da prova e observar todas as orientações contidas no edital.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MATO GROSSO
Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa
O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.
Fonte: Ministério Público MT – MT


