MATO GROSSO
Publicado edital para promoção à vaga de desembargadora no TJMT por merecimento
MATO GROSSO
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) publicou, nesta quinta-feira (27), o Edital nº 140/2025, que abre oficialmente o processo de acesso ao cargo de desembargadora, destinado exclusivamente às magistradas de carreira.
A seleção será realizada pelo critério de merecimento, conforme estabelecem normas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e resoluções internas do Tribunal.
A publicação foi assinada pelo presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, que, no uso de suas atribuições legais e regimentais, tornou pública a existência de uma vaga destinada à promoção de magistrada para o segundo grau da Justiça estadual.
As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pelo endereço eletrônico http://mcm.tjmt.jus.br, no período de 28 de novembro, a partir das 12h, até às 19h do dia 2 de dezembro de 2025.
Somente serão validadas as inscrições efetuadas dentro do prazo e conforme as exigências do edital. No ato da inscrição, as magistradas interessadas precisam anexar, em formato digital, dois documentos obrigatórios:
• Declaração de residência permanente na comarca onde exercem jurisdição;
• Certidão da Secretaria da unidade judicial em que atuam comprovando a inexistência de processos conclusos fora dos prazos legais e a ausência de adiamento injustificado de audiências.
O edital completo está disponível para consulta no Diário da Justiça Eletrônico.
Autor: Patrícia Neves
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
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MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


