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Reconhecer a violência é o primeiro passo para impedir que ela avance

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Banner institucional com fundo claro e detalhes em roxo traz a frase “A violência não mora aqui” em destaque. À direita, logos do Poder Judiciário de Mato Grosso e do CNJ reforçam a campanha de enfrentamento.

A violência doméstica contra a mulher quase nunca começa com gritos ou agressões físicas. Ela começa com pequenos gestos, frases que parecem inocentes, atitudes que se repetem até criar um ambiente de controle, isolamento e medo. Neste mês de março, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lança a campanha “A violência não mora aqui”, que, em sua primeira semana, busca ajudar a sociedade a identificar esses sinais e entender como agir diante deles.

A ideia é que todos — familiares, vizinhos, amigos e amigas, colegas de trabalho e as próprias meninas e mulheres — saibam reconhecer os alertas. Muitas pessoas convivem por tanto tempo com comportamentos abusivos que acabam achando normal o que não é, por isso identificar a violência nem sempre é simples.

Violeta, de 23 anos, sempre foi alegre e comunicativa, mas seu comportamento começou a mudar diante das violências praticadas pelo companheiro dentro de casa. Sem compreender exatamente o que estava acontecendo, passou a se sentir constantemente angustiada e em alerta. As ameaças, os gritos e a quebra de objetos criaram um ambiente de medo e insegurança, fazendo com que a jovem se tornasse cada vez mais retraída e silenciosa, afastando-se de amigos e familiares. Somente depois de tomar conhecimento sobre as formas de violência, Violeta compreendeu a sua condição e procurou ajuda. Ela conversou com amigas, ligou para o 180, recebeu orientação e pediu ao juízo medidas protetivas de urgência. O juízo analisou o caso com rapidez e determinou o afastamento imediato do agressor do lar. Ele teve que sair de casa e não pode mais se aproximar dela. Amparada por medidas de proteção, Violeta começou a reconstruir a sua vida. Sentindo-se mais segura, recuperou o sono, e principalmente a sua voz.

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Violeta é uma personagem fictícia, mas que representa um caso comum relatado para as equipes de psicólogos e assistentes sociais que atuam no Judiciário.

Clique aqui e participe do quizz de perguntas que pode ajudar a identificar se você ou alguém ao seu redor está num relacionamento saudável ou abusivo.

Aprenda a identificar os tipos de violência

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Violência psicológica, violência patrimonial recorrente, ameaça… Ao perceber os sinais, é fundamental buscar apoio de pessoas próximas ou recorrer à rede de atendimento especializada em violência contra a mulher, tais como Ligue 180, Delegacias especializadas, Casas da Mulher Brasileira, CREAS, CRAM, Ministério Público, Defensoria Pública e Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Esse será o tema da próxima matéria da série da campanha “A violência não mora aqui”. Continue acompanhando o site e as redes sociais do CNJ.

Vale lembrar: os abusos não acontecem apenas em relações heterossexuais, nem apenas entre relacionamentos amorosos.

Vale lembrar 2: a Lei Maria da Penha (Lei 11.340) pode ser aplicada em diferentes tipos de relação: por exemplo, na relação das empregadas domésticas em relação à família para quem trabalham; nos vínculos entre avós e netos; entre tios, primos, companheiros, namorados e ex, e até mesmo nas relações entre pai ou mãe e filha.

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Texto: Regina Bandeira

Edição: Waleiska Fernandes

Supervisão de conteúdo: Juíza auxiliar da Presidência Suzana Massako; Ceciana Schallenberger e Michelle Hugill, da equipe especializada de apoio do gabinete

Agência CNJ de Notícias

Autor: Assessoria

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Integra Pai reúne famílias em manhã de esporte, lazer e convivência

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O Dia dos Pais foi celebrado de forma especial no Ministério Público de Mato Grosso no último sábado (29), com uma manhã dedicada ao esporte, ao lazer e à convivência familiar. Promovido pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Vida Plena), o Integra Pai – Jogando pelo Futuro reuniu integrantes da instituição e seus familiares na sede da Associação Mato-grossense do Ministério Público (AMMP). A programação incluiu partidas de futebol society e beach tennis, atividades recreativas e café da manhã, proporcionando um ambiente de descontração, aproximação e fortalecimento dos vínculos afetivos.Para a coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, a iniciativa alcançou o objetivo de incentivar a convivência entre pais, filhos e familiares. “Como coordenadora do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho, Vida Plena, é sempre muito gratificante ver um projeto ganhar vida e reunir tantas pessoas em torno de um propósito especial. O Integra Pai foi uma manhã linda de convivência, integração, esporte e, principalmente, de conexão entre pais, filhos e famílias. A presença de cada família tornou esse dia ainda mais especial. Esse é o espírito do Vida Plena: cuidar das pessoas, promover bem-estar e criar oportunidades para que possamos nos conectar e fortalecer os laços que nos unem”, destacou.O diretor-geral do MPMT, Ricardo Dias Ferreira, ressaltou a importância da iniciativa para valorizar o convívio familiar e fortalecer o sentimento de pertencimento entre os integrantes da instituição. “É uma comemoração muito importante do Dia dos Pais, que proporciona aos membros, servidores e suas famílias vivências incríveis em meio à natureza. É também uma ocasião especial para todos os pais. Eu sou pai e, desde que meu filho nasceu, minha vida ganhou um novo significado. Comemorar o Dia dos Pais tem uma importância muito grande na minha vida. Estar aqui junto com colegas e amigos do Ministério Público torna tudo ainda mais feliz e nos proporciona boas lembranças que levaremos para a vida”, afirmou.Entre os participantes, o sentimento predominante foi de satisfação pela oportunidade de dedicar tempo de qualidade à família. O servidor da Subprocuradoria-Geral de Planejamento e Gestão (Subplan), Alex Magalhães Dias, destacou a importância de vivenciar experiências simples, mas significativas, ao lado do filho. “Hoje é um dia importante para lembrarmos que o Dia dos Pais é uma oportunidade de curtir a família. É um prazer poder estar aqui com meu filho, compartilhando algumas horas que ele poderia estar passando no celular. Estamos brincando, aproveitando o espaço e toda a programação. A dra. Gileade e toda a gestão estão de parabéns pelo evento. A participação de todos é muito importante. Quem puder participar das próximas edições, venha, porque é um momento de muita satisfação para todos nós”, comentou.O técnico administrativo do Centro de Apoio Administrativo (CAAD) Interior, Marcelo de Oliveira, também elogiou a iniciativa e destacou a oportunidade de interação proporcionada pelo encontro. “Foi maravilhoso. Um momento de integração com os filhos e, mais do que isso, com as famílias. Tivemos a oportunidade de conviver com outros pais e outras famílias que fazem parte da instituição. É um momento muito especial”, relatou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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