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Redeiras do Distrito de Limpo Grande recebem 40 carteiras de artesão

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As redeiras do Distrito de Limpo Grande, em Várzea Grande, ganharam um incentivo a mais para continuar a tecer as tradicionais peças produzidas na comunidade. Nesta quinta-feira (31.03), quarenta mulheres receberam a Carteira Nacional de Artesão entregues pela equipe do Programa do Artesanato Mato-Grossense (PAB/MT) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso e o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat.

Com a carteira de artesão em mãos, as redeiras passaram a ter direito a incentivos fiscais, isenção do ICMS na comercialização de seus produtos, facilidade de obter microcrédito, poderão emitir nota fiscal avulsa de Emissão Eletrônica (e-NFA) e contribuir como autônomas para fins previdenciários. Além disso, podem participar de feiras de artesanato nacionais e internacionais e se inscrever em oficinas e cursos de artesanato.

Benefícios que segundo a coordenadora do PAB/MT, Lourdes Sampaio, irão contribuir para o desenvolvimento da tradicional arte produzida na comunidade.

“A carteira de artesão irá ajudar muito as redeiras de Limpo Grande que vão poder ampliar seus negócios, já que poderão realizar financiamentos para aumentar a produção, adquirir matéria-prima para confeccionar seus trabalhos e ter redução no pagamento de impostos”, relata.

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O trabalho manual feito pelas redeiras – a rede e o modo de fazer da rede várzea-grandense – é reconhecido como patrimônio cultural material e imaterial do Município de Várzea Grande, por meio da Lei 4.406, sancionada em outubro de 2018.

A arte de Limpo Grande, inclusive, conquistou a estilista Martha Medeiros que firmou parceria com a Associação de Redeiras Limpo Grande- Tece Arte e o herdeiro do trono britânico, príncipe Charles, presenteado com uma rede, pela primeira-dama de Mato Grosso, Vírginia Mendes, em novembro do ano passado.

Fonte: GOV MT

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Réu é condenado a 28 anos por homicídio e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Nova Mutum condenou Bruno Feitoza da Silva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e participação em organização criminosa, na última sexta-feira (11). A pena foi fixada em 28 anos, sete meses e 18 dias de reclusão, além do pagamento de 20 dias-multa, em regime inicial fechado. O réu não poderá recorrer da sentença em liberdade. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade dos crimes, a autoria e as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Bruno Feitoza da Silva integrava uma organização criminosa estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens por meio da prática de delitos. Em janeiro de 2025, ele e outros envolvidos ainda não identificados participaram do homicídio de Laercio Aquino Pereira da Silva. O crime ocorreu em uma estrada de acesso à área de descarte de recicláveis do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Nova Mutum. A vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo. Conforme apurado durante as investigações, o homicídio teve como motivação a atuação da organização criminosa, circunstância que caracterizou o motivo torpe. Também ficou comprovado que o crime foi cometido mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, levada a um local ermo e executada por agentes em superioridade numérica.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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