MATO GROSSO
Reeducandas da Cadeia Pública Feminina de Cáceres concluem cursos profissionalizantes
MATO GROSSO
A Cadeia Pública Feminina de Cáceres, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Mato Grosso (Senai-MT), promoveu qualificação profissional a reeducandas por meio dos cursos de Zeladora e de Confecção de utensílios com fibra de bananeira.
O curso de confecção de utensílios com fibra de bananeira foi realizado em parceria com o Senar-MT, entre os dias 08 e 10, com carga horária de 24 horas. As cestas confeccionadas pelas 16 internas durante o curso serão comercializadas e o valor será direcionado às famílias.

Já o curso de Zeladora foi realizado em parceria com o Senai-MT entre os meses de maio e julho com duração de 160 horas, porém foram entregues os certificados nesta semana para 15 internas que finalizaram o curso.
“É de extrema importância e de grande valia exercer o aprendizado através dos cursos que estão sendo ofertados na unidade, pois contribuem com a ressocialização e ao mercado de trabalho. É uma maneira também de motivá-las, acreditando em si e que pode ter um novo caminho, fazendo sempre o seu melhor. Ressocializar é o caminho para um futuro melhor”, destacou a diretora da unidade, Franciskely Campos Moreira.
(Com supervisão de Julia Oviedo)
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



