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“Robustos investimentos e trabalho dos profissionais da Rede Estadual levaram MT a conseguir o 8° lugar em Educação”, afirma governador

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O governador Mauro Mendes afirmou que os robustos investimentos na Educação e o desempenho dos profissionais da Rede Estadual de Ensino foram fundamentais para Mato Grosso saltar da 22º posição em 2019, para a 8º em 2023 no Ensino Médio, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em Mato Grosso.

A afirmação foi feita durante coletiva nesta quarta-feira (14.08), durante a divulgação dos dados do Ideb no auditório da Seduc, em Cuiabá.

O governador destacou os robustos investimentos realizados pelo Governo do Estado, que contribuíram para as melhorias significativas na Educação.

“Muito se falava em 2019 sobre como faríamos para reestruturar a Educação em Mato Grosso com as contas do governo no vermelho, e, graças à nossa boa gestão fiscal, mudamos esse cenário. Conseguimos realizar aportes que foram fundamentais para contribuir com os profissionais em sala de aula e, com isso, pudemos realizar investimentos importantes em materiais de ensino de qualidade, equipamentos tecnológicos em sala de aula, infraestrutura de qualidade entre outras ações, ou seja, estruturamos um conjunto de ações que estão ajudando a construir essa história”, destacou.

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Segundo Mauro, o papel desempenhado pelos profissionais nos últimos anos foi fundamental para o alcance da meta, que era colocar a Educação em Mato Grosso entre as 10 melhores do Brasil.

“Ao longo desses anos, um trabalho muito intenso foi feito por todos os profissionais da Rede Estadual. Nós tínhamos um planejamento de alcançar essa meta em 2026, e hoje chegamos em um resultado muito importante, fruto da dedicação dos professores em transmitir e coordenar o ensinamento dentro da sala de aula”, disse.

Os dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) também mostraram que Mato Grosso avançou nos anos iniciais, saindo da 15º posição em 2021 e saltando para a 9º em 2023. Nos anos finais do Ensino Fundamental, Mato Grosso ocupa a 8º posição no ranking geral.

O governador ainda afirmou que, por conta do avanço nos índices na Educação, novas metas serão estipuladas.

“É um trabalho realizado a médio e longo prazo, que precisa de estímulos e objetivos para chegar onde nós desejamos. Temos o dever de contribuir para que esses alunos alcancem seus objetivos, e, junto do esforço de todos, traçar novas metas para chegar entre as 5 melhores educações do país”, completou.

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Também participaram do evento os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), Alan Porto (Educação) e Laice Souza (Comunicação).

Fonte: Governo MT – MT

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Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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