MATO GROSSO
Rondonópolis: Acadêmicos de Direito são premiados por soluções que fortalecem a conciliação
MATO GROSSO
Vencedores do 2º Prêmio Acadêmico de Conciliação 2025 destacam a ação do Judiciário de Mato Grosso como fundamental para o processo de formação dos futuros operadores do Direito. O concurso foi realizado pelo Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, coordenado pelo juiz Wanderlei José dos Reis, e voltado para acadêmicos do curso de Direito das universidades públicas e privadas da cidade.
“O Judiciário também tem o papel de aproximar os futuros profissionais do Direito da cultura da conciliação. Temos um compromisso intergeracional com os operadores do direito do porvir. O prêmio permite os estudantes compreendam, desde a universidade, que a solução de conflitos vai muito além do litígio”, explica o juiz Wanderlei José dos Reis, um entusiasta da matéria.
A segunda colocação ficou com Ana Paula Evangelista Santana Kaminski, estudante do décimo semestres na Anhanguera de Rondonópolis. Ela apresentou o projeto “Cejusc em Movimento – Levar o Diálogo onde o Conflito Nasce”. A sugestão busca aproximar a população dos meios autocompositivos, destacando a importância de resolver os conflitos extrajudicialmente ou por meio do diálogo.
Além do reconhecimento individual, a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) foi agraciada pelo Poder Judiciário de Mato Grosso com a certificação de “Instituição que Incentiva a Conciliação”. O curso de Direito na instituição possui na grade curricular a disciplina “Conciliação, Mediação e Arbitragem”, que alia teoria e prática com simulação de audiências e estudos de casos. Autor: Bruno Vicente
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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MATO GROSSO
Corregedores se reúnem para debater inovação e atuação dos MPs
O encontro reuniu representantes de todo o país para discutir estratégias voltadas ao aprimoramento institucional e aos desafios contemporâneos da atuação ministerial.
Entre os principais temas debatidos foram os impactos da inteligência artificial no funcionamento do Ministério Público e a necessidade de investimento contínuo na capacitação de membros e servidores.
O conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), José de Lima Ramos Pereira, abordou os desafios impostos pelas novas tecnologias, enquanto a conselheira Fabiana Costa Oliveira Barreto destacou a importância de ampliar e qualificar o atendimento às vítimas de crimes.
Além do corregedor-geral, o MPMT também foi representado pela promotora de Justiça Regilaine Magali Bernardi Crepaldi, auxiliar da Corregedoria-Geral.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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