MATO GROSSO
Rotam apreende arma de fogo e munições com faccionado com extensa ficha criminal
MATO GROSSO
Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) apreenderam, na noite desta quinta-feira (30.4), um revólver calibre .38 com seis munições, durante abordagem no município de Colniza (1.057 km de Cuiabá).
Um homem, de 23 anos, morreu, após confronto com as equipes. Ele possuía diversas passagens criminais por posse irregular de arma de fogo, roubo, furto, lesão corporal, ameaça e era integrante de uma facção criminosa.
Durante desdobramento da Operação Território Livre, no distrito de Guariba, as equipes receberam informações de que o suspeito era responsável pela comercialização de entorpecentes na região e que havia recebido recentemente grande quantidade de entorpecentes vindos de Colniza.
Diante das informações, os policiais foram até o endereço indicado e identificaram um homem com as mesmas características apontadas na denúncia. Ao perceber aproximação dos militares, ele fugiu em direção a uma área de mata portando uma arma de fogo.
O homem efetuou disparos contra às equipes, que revidaram à injusta agressão. Ele foi baleado e socorrido até uma unidade de saúde, porém não resistiu ao ferimento e veio à óbito. Com ele, foi apreendido um revólver com numeração raspada e munições deflagradas.
A arma apreendida foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Réu é condenado a 28 anos por homicídio e organização criminosa
O Tribunal do Júri de Nova Mutum condenou Bruno Feitoza da Silva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e participação em organização criminosa, na última sexta-feira (11). A pena foi fixada em 28 anos, sete meses e 18 dias de reclusão, além do pagamento de 20 dias-multa, em regime inicial fechado. O réu não poderá recorrer da sentença em liberdade. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade dos crimes, a autoria e as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Bruno Feitoza da Silva integrava uma organização criminosa estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens por meio da prática de delitos. Em janeiro de 2025, ele e outros envolvidos ainda não identificados participaram do homicídio de Laercio Aquino Pereira da Silva. O crime ocorreu em uma estrada de acesso à área de descarte de recicláveis do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Nova Mutum. A vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo. Conforme apurado durante as investigações, o homicídio teve como motivação a atuação da organização criminosa, circunstância que caracterizou o motivo torpe. Também ficou comprovado que o crime foi cometido mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, levada a um local ermo e executada por agentes em superioridade numérica.
Fonte: Ministério Público MT – MT



