MATO GROSSO
Rotam prende cinco membros de facção com cerca de 30 quilos de drogas em Lucas do Rio Verde
MATO GROSSO
Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam cinco membros de uma facção criminosa, com idades entre 21 e 27 anos, por associação para tráfico de drogas, nesta quinta-feira (16.01), em Lucas do Rio Verde.
Com a quadrilha, foram apreendidos cerca de 30 quilos de drogas como maconha e pasta base.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Rotam estava em patrulhamento noturno no bairro Primaveras e encontrou um homem, que estava deixando uma casa e retornou correndo de volta ao ver as viaturas policiais.
Diante da suspeita, os policiais iniciaram acompanhamento e conseguiram deter o suspeito dentro do imóvel, onde flagraram mais três homens embalando várias porções de entorpecentes para a venda.
Questionados sobre o material encontrado, os criminosos afirmaram que iriam fazer a distribuição das drogas em bocas de fumo da região. Os suspeitos também disseram ser membros de uma facção criminosa e que os entorpecentes seriam de responsabilidade de um quinto homem.
Com as informações cedidas pelos detidos, a Rotam se deslocou até a residência do quinto suspeito e realizou a abordagem dele. Dentro de sua casa, os policiais apreenderam mais porções de drogas e munições de calibre .9mm. Para os militares, o homem informou a localidade de um depósito dos entorpecentes da facção, na zona rural da cidade.
No local informado, foram encontrados 25 tabletes de maconha e dois tabletes de pasta base de cocaína, além de mais porções dos entorpecentes, uma balança de precisão e outros materiais utilizados no tráfico. As drogas estavam escondidas dentro de um tambor de plástico.
Os cinco suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos, com toda a droga apreendida, para a delegacia da cidade para o registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis
Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.
A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.
Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.
A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.
Mais de uma década de pesquisas
A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.
Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.
Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.
Benefícios ambientais e econômicos
O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.
A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.
Reconhecimento científico
De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.
Fonte: Governo MT – MT
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