MATO GROSSO
Seciteci promove 1º Encontro de Gestores e forma Comitê das Instituições de Inovação Tecnológica e Educação Profissional Técnica
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) realizou, nesta quinta e sexta-feira (26 e 27.6), o 1º Encontro de Gestores das Instituições de Inovação Tecnológica ofertantes de Educação Profissional Técnica de Mato Grosso. Durante o evento, em Cuiabá, foi formado o comitê que reunirá sistematicamente as entidades.
Com o objetivo de reunir lideranças e gestores para fortalecer o diálogo, alinhar estratégias e construir caminhos conjuntos para o avanço da educação técnica e da inovação tecnológica em Mato Grosso, o 1º Encontro de Gestores e a formação do comitê marcam um momento inédito de integração entre as principais instituições ofertantes de Educação Profissional Técnica (EPT) do Estado.
Na abertura, realizada na quinta-feira, foi anunciada a composição do Comitê que será coordenado por representantes da Seciteci, Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MT).
O evento também contou com a participação da Universidade de Mato Grosso (Unemat), Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Sindicato dos Servidores Públicos da Educação Profissional e Tecnológica de Mato Grosso (Sinprotec), Conselho Estadual de Educação (CEE), União das Faculdades Católicas de Mato Grosso (Unifac), Unidade de Educação de Cuiabá (Unec) e Academia Mato-grossense de Letras.
Também estiveram presentes representantes das 17 Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), equipe da Seciteci, representantes de prefeituras e a deputada estadual Professora Graciele.
O 1º Encontro de Gestores teve início na quinta-feira, na Casa Barão de Melgaço, e foi finalizado nesta sexta-feira, na ETEC de Cuiabá. O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, ressaltou a importância do debate.
“Queremos avançar no limite da qualidade dos cursos de todas as nossas instituições que ofertam educação profissional e tecnológica. Por isso, é fundamental esse tipo de debate que realizamos aqui. No caso da Seciteci, queremos a verticalização, ou seja, os aluno das ETECs irão diretamente para a Unemat, sem vestibular e Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), levando em consideração o currículo, aproveitando o curso realizado e o conteúdo”, explicou Allan.
Segundo o presidente do Conselho Estadual de Educação, Gilson Menegatti, a Educação Profissional e Tecnológica é fundamental e a participação da Seciteci no CEE também tem sido importante para o desenvolvimento da ciência e tecnologia, propondo normas e ações para atendimento do nosso mercado de trabalho.
O reitor do IFMT, Julio Cesar dos Santos, afirmou que este é um momento de somar forças porque a educação profissional e técnica é a principal ferramenta de transformação social.
Edson Dahmer, diretor regional do Senac em MT, também destacou a importância da aproximação entre as instituições. “Com o que discutiremos aqui, vamos otimizar nossos esforços em conjunto”.
CONECTE-SE
O Encontro de Gestores faz parte da agenda de eventos da Seciteci voltada à ciência, tecnologia e inovação, disponível no endereço www.secitec.mt.gov.br/agenda-de-eventos. Qualquer instituição do gênero pode informar a sua atividade através do site da Secretaria clicando aqui.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões
O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.
Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.
O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.
Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.
Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.
A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.
A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.
O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.
“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.
Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.
“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.
Fonte: Governo MT – MT
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