MATO GROSSO
Sedec publica edital de processo seletivo com 33 vagas para nível superior e cadastro reserva
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec) publicou o edital do Processo Seletivo Simplificado da Sedec, nesta terça-feira (08.10), no Diário Oficial. São 33 vagas para preenchimento imediato mais cadastro reserva, com salários de R$ 7,4 mil.
As inscrições abrem nesta quarta-feira (09.10) e vão até o dia 06 de novembro, no site da empresa que realiza o processo seletivo, a Selecon (clique aqui).
As vagas são para os cargos de administrador, agrônomo, contador, economista, engenheiro ambiental, engenheiro civil, engenheiro eletricista, engenheiro de minas, geógrafo, geólogo e perfil jurídico.
Para todas as vagas é necessário diploma equivalente à função, reconhecido pelo Ministério de Educação, e registro profissional no órgão correspondente à profissão.
A classificação no processo seletivo será feita por nota de títulos e nota de experiência, conforme os critérios estabelecidos no edital.
O contrato tem a duração de 36 meses, podendo ser prorrogado até 48 meses.
Inscrição
A taxa de inscrição no processo é de R$ 40. Aqueles que desejam a isenção podem solicitá-la, desde que se encaixem nos critérios do edital, no prazo de 09 a 10 de outubro.
O resultado final do processo seletivo será publicado em dezembro.
Clique aqui para ler o edital na íntegra.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.
Fonte: Ministério Público MT – MT



