MATO GROSSO
Sema faz mais de 200 atendimentos durante mutirão em Barra do Garças
MATO GROSSO
Mais de 200 produtores rurais e seus responsáveis técnicos passaram por atendimento presencial individualizado com analistas do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Seis servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-MT) estiveram em Barra do Garças entre 14 e 16 de junho para atender produtores rurais durante o 1° Mutirão Ambiental do Vale do Araguaia.
Também produtor rural em Barra do Garças, Gilberto Quirino acompanha Teia na recomendação e destaca a importância do produtor rural participar diretamente da gestão ambiental de sua propriedade. “Se tiver outro evento, participe e se aproxime”, ressaltou.
“É importante levar conhecimento ao produtor rural para que ele saiba como ele deve fazer a gestão ambiental de sua propriedade e o processo de cadastramento ambiental rural. E assim manter esse rico ambiente natural da região seja preservado e a produção de Barra do Garças saia chancelada e acesso mercados nacionais e internacionais”, completou Luciane.
O 1° Mutirão Ambiental do Vale do Araguaia foi realizado pela Acrimat, Imac, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Sindicato Rural de Barra dos Garças e Estratégia Produzir, Conservar e Incluir (PCI) do município. Ibama, Empaer e Instituto Ação Verde também participaram da ação. Além do atendimento individualizado para o CAR, as entidades presentes também ofereceram serviços como consultoria para adoção de agropecuária regenerativa, programa de reinserção e monitoramento, orientações para obtenção de crédito rural, dentre outros.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
TJ nega recurso e mantém condenação de réu a 42 anos por homicídio
A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou o recurso de apelação interposto pela defesa de Alex Júnior Cardoso e manteve a condenação a 42 anos, nove meses e sete dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de 824 dias-multa, pelo homicídio de Clever Luciano Venâncio, reconhecido como praticado em contexto de homofobia. Alex foi julgado pelo Tribunal do Júri de Rio Branco (a 356 km de Cuiabá), em dezembro de 2025.O Conselho de Sentença condenou o réu pelos crimes de homicídio qualificado, furto majorado, tráfico de drogas e organização criminosa armada, ao reconhecer a materialidade e a autoria dos delitos. Conforme decidido pelos jurados, o homicídio foi praticado por motivo fútil, mediante dissimulação e com o emprego de arma de fogo de uso restrito e resultou em uma pena de 29 anos, 9 meses e 9 dias de reclusão.Ao votar pela manutenção da sentença, em abril de 2026, o desembargador relator Wesley Sanchez Lacerda afirmou que “não há qualquer ilegalidade ou injustiça na aplicação da pena, que se mostra compatível com a gravidade dos fatos”. O magistrado também reforçou que “o agir do acusado se revestiu de grau acentuado de censurabilidade, na medida em que dirigido contra a vítima em contexto que evidenciou intolerância e desprezo por característica pessoal sensível, historicamente marcada por estigmatização e violência”.O crime ocorreu em junho de 2024, na zona rural de Lambari D’Oeste, quando Alex Júnior Cardoso atraiu Clever Luciano Venâncio para um local isolado após simular interesse sexual. Segundo os autos, o réu agiu de forma planejada e utilizou uma arma de fogo de uso restrito para matar a vítima. Após o homicídio, ele se apropriou de pertences de Clever, incluindo dinheiro e bens pessoais, e fugiu do local.
Foto: Freepik.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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