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Sema inicia cadastro de voluntários para resgate e manejo de animais silvestres em unidades de conservação

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) abriu nesta quinta-feira (24.7) canal para cadastro de voluntários que tenham interesse em atuar no resgate, manejo e destinação dos animais silvestres em Unidades de Conservação geridas pelo órgão ambiental.

Após o credenciamento, a Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema realizará a seleção e convocação para formação das equipes multidisciplinares. De acordo com a Instrução Normativa nº 03/2025, publicada no Diário Oficial do Estado, podem se cadastrar pessoas físicas, com idade igual ou superior a 18 anos, e jurídicas. Acesse o formulário (https://forms.gle/1Q8qQchyVeuEGcUN7)

Segundo o coordenador de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema, Éder Toledo, a seleção será feita com base nas informações colhidas no formulário eletrônico. Além da identificação pessoal, no momento do cadastro, o interessado deve informar a área de formação, se possui alguma restrição médica, entre outros dados.

“Importante esclarecer que o credenciamento não configura autorização imediata para o exercício das atividades. Somente as equipes selecionadas e convocadas vão atuar nas atividades de resgate, manejo e destinação dos animais silvestres em unidades de conservação estadual, sob a gestão da Sema, até 31 de dezembro”, afirmou o coordenador.

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Éder Toledo reforçou ainda que o trabalho não gera vínculo empregatício e não possui qualquer espécie de remuneração. “É uma atividade considerada de relevante interesse público”, esclareceu.

Fonte: Governo MT – MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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