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SER Família Capacita já soma mais de 26 mil matriculados em Mato Grosso

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O programa SER Família Capacita, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes e gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), alcança a marca expressiva de mais de 26 mil matrículas desde o seu lançamento em 2023.

A iniciativa já atende 138 municípios, com 1.111 turmas concluídas e 139 em andamento, demonstrando o compromisso do Governo de Mato Grosso em promover a inclusão social e o desenvolvimento econômico por meio da capacitação profissional.

Para a primeira-dama Virginia Mendes, os números refletem uma transformação significativa na vida de milhares de mato-grossenses.

“Ver o SER Família Capacita alcançar essa marca de mais de 26 mil matrículas é motivo de grande alegria e orgulho. A mudança de vida dessas pessoas, que agora têm novas oportunidades de trabalho e crescimento, comprova a importância de oferecer assistência social por meio de cursos de formação profissional. Nosso objetivo é continuar investindo em capacitação para que cada vez mais mato-grossenses possam construir um futuro melhor para si e suas famílias”, destacou.

Foto: João Milano

Segundo o Secretário interino de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes Haagsma, a capacitação profissional é uma necessidade crucial para o desenvolvimento de Mato Grosso.

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“Fortalecer a assistência social por meio da capacitação profissional é fundamental para o desenvolvimento de Mato Grosso. O Estado tem apresentado uma crescente gama de oportunidades e vagas de emprego, e o SER Família Capacita se apresenta como uma ferramenta essencial para conectar a população a esse mercado de trabalho, assegurando a inclusão social e a geração de renda”, explicou.

O programa SER Família Capacita oferece uma variedade de cursos profissionalizantes, atendendo a diferentes áreas do mercado de trabalho e perfis de interesse. Entre as opções disponíveis estão cursos como Assistente Administrativo, Designer Gráfico Editorial, Operador de Escavadeira Hidráulica, Soldador, Torneiro Mecânico, Pintor de Obras Imobiliárias, Cozinheiro Industrial, Assistente de Controle de Qualidade e Operador de Computador, entre outros.

A superintendente de Promoção do Trabalhador da Setasc, Danielli Santos, reforça a importância da descentralização do programa.

“A oferta de cursos profissionalizantes gratuitos em cidades, principalmente do interior, é fundamental para impulsionar o desenvolvimento econômico e social dessas regiões. O SER Família Capacita representa uma oportunidade única para as pessoas melhorarem suas condições de vida e contribuírem para o crescimento de suas comunidades”, afirmou Danielli.

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Quem pode se inscrever:

As inscrições estão abertas para todos os interessados, priorizando pessoas em situação de vulnerabilidade social, como beneficiários do SER Família, mulheres, jovens, desempregados, empreendedores, pessoas com deficiência, comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas e ribeirinhas), e egressos do trabalho análogo ao escravo e do sistema prisional.

Como se inscrever:

Para se inscrever, acesse o link e siga as instruções.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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