MATO GROSSO
Serviço de vistoria veicular em Várzea Grande passa a funcionar em novo endereço
MATO GROSSO
A 5ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Várzea Grande informa que, a partir desta sexta-feira (9.5), o serviço de vistoria veicular passa a ser realizado em um novo endereço: Rua João Ventura de Carvalho, Lote 323, bairro Jardim Aeroporto.
A mudança foi necessária devido às obras de reforma no prédio anterior.
Os demais atendimentos relacionados a veículos continuam sendo oferecidos na sede da 5ª Ciretran, localizada na Avenida Filinto Muller, esquina com a Rua João Pinto, nº 370, bairro Centro Norte. Entre os serviços disponíveis, estão comunicação de venda, transferência de propriedade e alteração de características do veículo. O atendimento é feito das 8h às 16h.
Já os serviços relacionados à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) são oferecidos exclusivamente no Centro Estadual de Cidadania do Shopping de Várzea Grande, com horário de funcionamento das 10h às 18h.
Para realizar serviços de forma presencial nas unidades do Detran, o cidadão pode agendar o atendimento pelo site oficial do órgão – clique aqui para acessar.
Em caso de dúvidas e informações, o cidadão pode entrar em contato com o canal de atendimento do Detran pelo telefone (65) 3615-4800 ou pelo Whatsapp, por meio do número (65) 9 9933-9318.
Serviços online
O Detran-MT reforça que oferece mais de 20 serviços na modalidade online que podem ser realizados através do site do órgão, no menu “Portal de Serviços Digitais”, ou pelo aplicativo MT Cidadão.
Podem ser feitos de forma online serviços como emissão do licenciamento anual, transferência veicular digital, renovação da Carteira Nacional de Trânsito (CNH), segunda via da CNH e muitos outros.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios
O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.
Fonte: Ministério Público MT – MT



