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SES capacita servidores para serem “Doutores Palhaços” em Colíder

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promoveu, nesta quinta-feira (6.11), a formatura de 11 Doutores Palhaços no município de Colíder. Os profissionais atuam no Programa Saúde da Família, no Hospital Regional de Colíder e no Escritório Regional de Saúde (ERS) de Colíder. Agora, Mato Grosso tem 102 heróis da alegria para atuarem em hospitais e unidades de saúde.

“Esse é um reforço importante ao projeto Doutores Palhaços, que auxilia no apoio aos pacientes e suas famílias, levando alegria e contribuindo para um ambiente hospitalar mais acolhedor”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

A coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde, Rosiene Pires, considera que o projeto reforça o compromisso da Secretaria de Estado de Saúde com a humanização do cuidado.

“Os novos Doutores Palhaços se juntam à nobre missão de levar humanização, arte e cultura aos ambientes de saúde em Mato Grosso. Temos que comemorar que agora são 102 profissionais motivados pelo lema ‘Onde o Riso Floresce a Saúde Respira Melhor’”, disse Rosiene.

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Segundo a servidora Eloá Pimenta, da Coordenação de Promoção e Humanização da Saúde, a capacitação foi realizada em três módulos de 16 horas cada. A servidora Celia Telli, Doutora Palhaça de Sorriso, foi a professora da capacitação.

“O curso capacita profissionais a transformarem o ambiente de cuidado com sensibilidade e muito bom humor. A formatura em Colíder garante que mais pacientes, familiares e profissionais de saúde tenham acesso a momentos de leveza e esperança”, destacou Eloá.

Estiveram presentes na formatura a coordenadora da Atenção Primária à Saúde (APS) da Secretaria Municipal de Saúde de Colíder, Giseli de Oliveira, e a coordenadora da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (CIES) da região Norte Mato-grossense, do Escritório Regional de Colíder (ERS), Luciana Gouveia.

Sobre os Doutores Palhaços

O projeto Doutores Palhaços capacita profissionais na arte da palhaçaria, que atuam em hospitais e unidades de saúde, com o intuito de levar alegria e conforto aos pacientes, acompanhantes e servidores. As atividades proporcionam a liberação de hormônios como a endorfina, serotonina e dopamina, para auxiliar no bem-estar físico e emocional dos pacientes.

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O projeto Saúde com Alegria: Doutores Palhaços no Estado de Mato Grosso foi idealizado pela Superintendência de Atenção à Saúde da SES e é executado por meio da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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