MATO GROSSO
SES realiza oficina para fortalecimento de ações de enfrentamento à malária em MT
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da Superintendência de Vigilância em Saúde e da Coordenadoria de Vigilância em Saúde Ambiental, realizou a “Oficina de Eliminação da Malária de Mato Grosso” com o objetivo de promover o fortalecimento de ações de eliminação da malária.
Ao todo, 60 profissionais de saúde de 12 municípios do Estado participaram da ação, que foi realizada no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá, de terça a quinta-feira (26 a 28.5).
A oficina integra as estratégias do Plano Nacional de Eliminação da Malária e busca fortalecer a capacidade de resposta dos serviços de saúde em Mato Grosso, especialmente em um momento de atenção epidemiológica.
A capacitação foi conduzida pela Coordenação-Geral de Eliminação da Malária do Ministério da Saúde e reuniu representantes dos Escritórios Regionais de Saúde, municípios prioritários, Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).
Além disso, profissionais do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MT), do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT), da Atenção Primária, do Hospital Universitário Júlio Müller e da Vigilância em Saúde também participaram.
A ação teve como foco o fortalecimento das ações de vigilância, diagnóstico, tratamento oportuno e eliminação da malária, especialmente em áreas prioritárias e de maior vulnerabilidade epidemiológica.
“A eliminação da malária representa o fortalecimento das ações integradas de vigilância, prevenção, diagnóstico oportuno e tratamento adequado, reafirmando o compromisso da saúde pública com a proteção da população e a redução sustentável da transmissão da doença”, destacou o superintendente de Vigilância em Saúde da SES-MT, Marcos Roberto Arcanjo Dias.
Durante a programação, os participantes também discutiram estratégias nacionais de enfrentamento da doença e a implementação de um novo tratamento infantil contra a malária para crianças e adolescentes de 2 a 15 anos.
*Sob a supervisão de Ana Lazarini
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Deficiência invisível: psicóloga do TJMT relata vivência com visão monocular
Segundo ela, uma das maiores dificuldades enfrentadas por pessoas com visão monocular é justamente a falta de compreensão da sociedade sobre uma deficiência que nem sempre possui características físicas aparentes. “Se eu não falar que sou uma pessoa com deficiência, ninguém percebe. Muitas vezes, a dificuldade da visão monocular é exatamente essa, as pessoas não acreditarem que você realmente tem uma deficiência”, afirma.
Para a psicóloga, inclusão vai além de adaptações estruturais e envolve, principalmente, acolhimento e reconhecimento da individualidade de cada pessoa. “Inclusão não é só colocar uma rampa ou um adesivo na escada. É olhar para a pessoa e mostrar que ela é importante, que ela tem sentimentos e que merece ser acolhida”, ressalta.
Pesquisa sobre acessibilidadeAutor: Emily Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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