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SES recebe 100 monitores hospitalares para atendimento nas unidades regionais de saúde

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) assinou, nesta quarta-feira (27.04), o termo de recebimento de 100 monitores multiparâmetros do Ministério da Saúde. Os equipamentos foram doados para o órgão estadual por meio do projeto ‘Parceria para o Desenvolvimento Produtivo’, coordenado pelo Governo Federal, Universidade do Estado da Paraíba (UEPB) e Lifemed. 

“Ficamos gratos por essa doação e sem dúvida os novos monitores irão agregar na modernização e qualidade dos atendimentos realizados pelos Hospitais Regionais. Os equipamentos serão distribuídos entre as nossas oito unidades de saúde para atender os pacientes do centro cirúrgico, sala de recuperação pós anestésico, UTIs e leitos clínicos”, informa a secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Caroline Dobes.

Os 100 monitores hospitalares estão avaliados em R$ 2,4 milhões. Além da SES-MT, outros Estados brasileiros também foram contemplados com a doação. Conforme o coordenador de projetos da UEPB, Paulo Barbosa, o projeto já possibilitou a entrega total de 3 mil monitores. “Esperamos com essa doação fortalecer a assistência do Estado de Mato Grosso aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, diz Paulo. 

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O projeto ‘Parceria para o Desenvolvimento Produtivo’ é uma iniciativa do Ministério da Saúde que visa internalizar tecnologia para o Sistema Único de Saúde por meio da combinação de parceiros privados e públicos. Paulo explica que a Lifemed é o parceiro privado, detentor da tecnologia, e a UEPB dispõe da única linha de produção pública dentro de uma universidade que entrega produtos para o SUS.

Fonte: GOV MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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