MATO GROSSO
SES reduz em 51% o tempo de espera por cirurgia pelo Programa Fila Zero
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) reduziu em 51,18% o tempo de espera por procedimentos pelo Programa Fila Zero na Cirurgia. Desde o seu lançamento, em abril de 2023, o programa já realizou 143.839 procedimentos. Desse total, 50,63% foram de alta complexidade e 49,37%% de média complexidade.
O secretário adjunto de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Juliano Melo, destacou que o programa Fila Zero na Cirurgia busca dar celeridade aos procedimentos.
“O programa abrange cirurgias, exames e consultas para dar mais celeridade no atendimento daqueles que necessitam de realizar diversos procedimentos para ter mais qualidade de vida. Com o programa, conseguimos reduzir em 51,18% o tempo de espera por cirurgias eletivas em Mato Grosso. Além disso, desde o lançamento do programa, são 302 procedimentos listados, de alta e média complexidade, para atender à população mato-grossense”, ressaltou.
Em 2023, antes do programa Fila Zero, uma cirurgia reparadora levava, em média, 61 dias para ser realizada. Após o programa, esse tempo foi reduzido para, em média, 11 dias. Já as cirurgias bucomaxilofacial, que antes demoravam, em média, 31 dias, passaram a ser realizadas em cerca de 18 dias.
Ainda em 2023, antes do programa Fila Zero, cirurgias do aparelho digestivo, órgãos anexos e parede abdominal levavam, em média, 91 dias para serem feitas. Com a implementação do programa esse tempo caiu para, em média, 31 dias. No caso da cirurgia torácica, a média de espera diminuiu de 79 dias para 31 dias.
Em 2024, outros procedimentos tiveram grande diminuição da espera. As cirurgias do aparelho circulatório que, antes do programa, levavam, em média, 62 dias para serem feitas, passaram a ser realizadas em 15 dias. Já as pequenas cirurgias e cirurgias de pele, tecido subcutâneo e mucosa, cuja média de espera era de 61 dias, passaram a ser realizadas em aproximadamente 16 dias.
Ainda em 2024, observou-se uma redução significativa nos prazos de espera para diversos procedimentos. As cirurgias das vias aéreas superiores, da face, da cabeça e do pescoço que, antes do programa levavam, em média, 70 dias, passaram a ser feitas em cerca de 29 dias. As cirurgias do aparelho da visão, anteriormente com o tempo médio de 51 dias, passaram para, em média, 32 dias. Já as cirurgias oncológicas que, antes do programa, levavam, em média, 39 dias, passaram a ser realizadas em 26 dias.
Em um mutirão de cirurgias no Hospital Municipal Maria Dolores T. Jordão, em Novo São Joaquim, foram realizados mais de 80 procedimentos cirúrgicos. Entre as especialidades, foram oftalmologia, urologia, ginecologia e cirurgias gerais. O mutirão atendeu pacientes de cinco cidades próximas.
Manoel Benedito das Dores, 65 anos, residente de Barra do Bugres, esperava pela cirurgia desde 2017. Ele foi um dos pacientes contemplados com a cirurgia para retirada da vesícula e de pedra na bexiga no mutirão.
“Em 2020, em Tangará da Serra, um médico me pediu R$ 15 mil para tirar a pedra. Graças a Deus eu vim para cá e aí nós fizemos a cirurgia. A médica falou que não era só a pedra na bexiga, mas a doutora também falou que era na vesícula e graças a Deus conseguimos fazer tudo. Fui bem recebido e as enfermeiras cuidaram bem de nós”, concluiu.
*Sob a supervisão de Luiza Goulart
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Bombeiros resgatam mulher com vida após vários dias perdida em área de mata
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou com vida, nesta sexta-feira (1º.5), uma mulher de 37 anos que estava desaparecida na região da Terra Indígena Sararé, no município de Pontes e Lacerda (a 444 km de Cuiabá).
As buscas foram conduzidas pelas equipes da 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar (8ª CIBM) e tiveram início no dia 28 de abril, quando um familiar comunicou o desaparecimento da mulher. As informações repassadas indicavam que ela estaria perdida na mata desde o dia 25, após se separar da irmã, com quem estava acompanhada. Ela não foi vista desde então.
Para a operação de busca, foram empenhadas equipes terrestres e um binômio cinotécnico (condutor e cão de busca), capaz de localizar pessoas mesmo em áreas de difícil acesso, além do apoio da Força Nacional, que utilizou um drone equipado com sensor térmico para auxiliar no trabalho, e de voluntários.
Durante a operação, as equipes enfrentaram grande dificuldade devido à mata fechada, ao relevo irregular e à presença de morros, cânions com cursos d’água ativos, várias quedas d’água e trechos bastante úmidos e escorregadios. Mesmo diante das condições adversas, as equipes mantiveram as buscas de forma contínua até localizar a mulher em um local de difícil acesso.
A vítima estava viva, porém debilitada e com dificuldade de locomoção. Após localizá-la, imediatamente, os bombeiros realizaram o atendimento pré-hospitalar inicial, incluindo avaliação, estabilização e preparação para a retirada da mata. A mulher foi acondicionada em maca tipo envelope, garantindo sua estabilidade durante o transporte terrestre até a viatura dos bombeiros.
Devido ao terreno íngreme, os bombeiros precisaram utilizar técnicas de salvamento em altura, com instalação de sistemas de ancoragem e cabos de sustentação, para assegurar a segurança da equipe e da vítima durante todo o percurso terrestre. O resgate durou aproximadamente 4 horas e 20 minutos, em razão da vegetação densa, do relevo acidentado e à necessidade de atravessar cursos d’água.
Após o resgate, a vítima foi encaminhada a uma unidade hospitalar para receber os cuidados médicos.
Fonte: Governo MT – MT
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