MATO GROSSO
Sesp envia equipes das Polícias Militar e Civil para Lucas do Rio Verde
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) enviou, nesta segunda-feira (04.11), equipes de policiais civis e militares de Cuiabá para reforçar a segurança na cidade de Lucas do Rio Verde (a 330 km de Cuiabá), após atentado a um escritório de advocacia ocorrido no último sábado (02).
Dois homens em uma motocicleta foram flagrados efetuando disparos contra o local. Até o momento, sete pessoas foram detidas, das quais duas confessaram ser o autor e o passageiro da moto que realizaram o atentado ao escritório.
Ao todo, foram deslocadas duas equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e uma do motopatrulhamento do Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), da Polícia Militar, além de duas do Grupo de Operações Especiais (GOE) e uma da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, para intensificar as rondas ostensivas e repressivas, assim como os procedimentos de investigação.
O secretário de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, destacou que as forças policiais iniciaram uma operação integrada voltada para apuração do atentado e para garantia da segurança da população de Lucas do Rio Verde.
“Desde o primeiro momento, as polícias Civil e Militar entraram em ação e, ao longo desta semana, realizaremos uma operação contínua, que abrange tanto a investigação do atentado, quanto a repressão a outras ações criminosas envolvendo os suspeitos detidos”, afirmou.
Investigação e prisões
A Polícia Civil de Lucas do Rio Verde, assim que tomou conhecimento dos fatos, iniciou as investigações para apurar a motivação e identificar os autores dos crimes. Foram abertos os procedimentos com solicitações de perícia aos locais atingidos, escuta da vítima e outras testemunhas, além de realizar diligências constantes para esclarecer a motivação dos ataques.
A Polícia Militar, por meio do 13º Batalhão e da Cavalaria de Lucas do Rio Verde, iniciou diligências para localizar os envolvidos. Na noite de sábado, por volta das 21h, uma equipe da Cavalaria abordou um veículo Fiat Uno, que saía de uma residência no bairro Jaime Seiti Fuji de forma suspeita.
Durante a revista pessoal e a vistoria no carro, os policiais encontraram R$ 6,3 mil em dinheiro e porções de maconha e cocaína. Questionado pela PM, o suspeito afirmou ser integrante de uma facção criminosa responsável pela distribuição de drogas e recolhimento do dinheiro proveniente do tráfico de entorpecentes.
Para a PM, o criminoso também afirmou possuir mais drogas dentro da casa de onde havia saído. Os policiais retornaram ao local e encontraram mais quatro tabletes de maconha e outras porções de entorpecentes.
Também na casa, foram localizadas oito munições de calibre .40. Ao ser perguntado sobre o material, o suspeito confessou que teria sido o autor dos tiros que atingiram o escritório de advocacia. O homem ainda afirmou que o crime foi a mando da mesma facção a qual pertence, por conta de um suposto desacordo comercial.
Na manhã de domingo (03), a residência do advogado foi novamente alvo de disparos. Na mesma noite, por volta das 21h, um segundo suspeito foi preso em uma residência e confessou ter participado do atentado ao escritório junto ao primeiro suspeito detido. No local, a polícia prendeu mais dois homens e apreendeu 34 porções de maconha e três de cocaína, todas prontas para venda. Os três suspeitos foram encaminhados para averiguação na delegacia.
Mais tarde, outra equipe da Cavalaria avistou um homem correndo para o interior de uma casa ao perceber a aproximação da viatura, carregando uma camiseta nas mãos. Os policiais fizeram acompanhamento e no imóvel, encontraram mais dois suspeitos .
A camiseta que o suspeito segurava tinha caraterísticas semelhantes as utilizadas pelos autores dos disparos ao escritório de advocacia. Diante dos fatos, o trio foi encaminhado para Delegacia de Polícia para averiguação.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Militar resgata vítimas de sequestro e prende sete faccionados em Porto Esperidião
Seis homens e uma mulher, todos membros de uma facção criminosa, foram presos pela Polícia Militar por sequestro e cárcere privado, tortura, lesão corporal e tráfico de drogas, na madrugada deste domingo (19.4), em Porto Esperidião. Na ação, dois homens e uma mulher mantidos em cativeiro foram libertados pela PM.
Conforme o boletim de ocorrência, policiais da cidade vizinha de Glória d’Oeste foram acionados pela esposa de uma das vítimas, que denunciou que seu marido teria sido sequestrado na frente da residência do casal, em Porto Esperidião. A testemunha afirmou que o crime teria sido cometido por três homens encapuzados, que fugiram em uma caminhonete SW4.
Os militares seguiram para o município e solicitaram apoio das equipes de cidades vizinhas e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron). O endereço onde acontecia o sequestro foi identificado e os policiais se deslocaram em direção a casa, flagrando alguns suspeitos na frente do imóvel.
Em seguida, os policiais fizeram uma movimentação para abordagem, conseguindo deter dois suspeitos que tentaram fugir. Ao entrarem na casa, os outros cinco suspeitos foram detidos. No interior do imóvel, as três vítimas foram encontradas com as mãos e pés amarrados e algumas lesões pelo corpo.
Em depoimento, uma das vítimas confirmou ter sido sequestrada em casa, enquanto outra vítima afirmou ter sido atraída até o endereço. Elas informaram que estavam sendo mantidas em cárcere para serem cobradas sobre supostos roubos de drogas pertencente aos suspeitos, que seriam membros de uma facção criminosa.
Ainda em relato, as vítimas disseram que estavam sendo agredidas com socos e pauladas pelo corpo, além de serem ameaçadas de morte, e que os criminosos faziam chamada de vídeo com outros integrantes da facção para determinarem as ações que seriam realizadas.
Os policiais fizeram varredura em todo o imóvel e encontraram facas e arames lisos, que estavam sendo usados para amarrar as vítimas, além de cerca de meio quilo de substância análoga à maconha.
Todos os criminosos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
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