CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Sessão de eleição da presidência do TRE-MT é adiada para quarta-feira (14.05)

Publicados

MATO GROSSO

A sessão solene de eleição e posse da presidência do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), marcada para esta terça-feira (13.05), foi adiada para a quarta-feira (14.05), às 9h. O motivo foi a falta de quórum necessário para a realização do ato, conforme consta no Regimento Interno do Tribunal.

A sessão foi aberta pelo presidente em exercício do TRE-MT, desembargador Mario Kono. “Como no próximo dia 16, encerro meu biênio nesta Casa da Democracia, não poderia deixar de manifestar minha honra em ter participado e integrado este Tribunal nos últimos dois anos, em companhia da desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, da desembargadora Serly Marcondes Alves, demais membros que compõem essa Corte. Para mim, realmente foi motivo de muita honra e satisfação, sempre podem contar comigo, pois, tenho e sempre tive muito apreço por esta Justiça Eleitoral”.

Em seguida, ele passou a palavra ao juiz decano do Pleno, Edson Dias Reis, para conduzir a sessão, em cumprimento à decisão proferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Pedido de Providências n° 0600243122025.6. “Todavia, ressalto que recebi, nesta manhã, um e-mail da Dra. Juliana Maria da Paixão Araújo, comunicando, por ordem, a sua impossibilidade de comparecimento à sessão solene, marcada para hoje, 13 de maio, em virtude de questões de saúde em família, que exigiram seu imediato comparecimento no hospital, nesta manhã, diante do agravamento do quadro de saúde de seu genitor”.

Leia Também:  Polícia Civil desarticula grupo criminoso suspeito de arrombar veículos e furtar pertences em Cuiabá e Várzea Grande

Desta forma, o juiz Edson Reis submeteu ao Pleno a previsão do Artigo 4-C do Regimento Interno do TRE-MT, que prevê que o quórum para as eleições dos membros da gestão será de, no mínimo, cinco juízes titulares. “Eu indago aos iminentes pares se podemos adiar este ato para amanhã, às 9h, ou se há alguma objeção”. O questionamento foi feito diante da formação do Pleno, que contou com dois desembargadores (Serly Marcondes Alves e Marcos Machado), dois juízes-membros titulares (Luis Otávio Pereira Marques e Edson Dias Reis) e um juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos.

O desembargador Marcos Henrique Machado, que concorre à eleição, colocou seu posicionamento. “Meu entendimento é que a decisão do TSE deve ser cumprida, não obstante tenha interposto embargos para esclarecimentos de premissas contraditórias entre a fundamentação e a decisão, mas, chego à conclusão que eleição exige, ou pressupõe, concorrência. E, com a devida vênia de submeter essa questão à controle do CNJ e do próprio Supremo, a decisão foi tomada no sentido de que há um candidato a presidente e um candidato a vice-presidente. Então, da minha parte, não há qualquer oposição para que seja proclamado o resultado, determinado, a meu ver, no entendimento, do TSE, a despeito, como já disse, da minha tentativa uma elucidação entre as premissas que, repito, me pareceram contraditórias, e conduzir esse Tribunal a realizar a eleição como determina. Mas, se essa for a decisão, obviamente, estarei aqui presente na data e hora marcadas, com a dificuldade já dita também porque amanhã tenho sessão o dia todo no Tribunal de Justiça de Mato Grosso”.

Leia Também:  Município firma acordo com MPMT para realização da Expojauru

A desembargadora Serly Marcondes Alves, também candidata à eleição, se manifestou. “Eu gostaria que cumprisse o Regimento Interno, exatamente como determina o Regimento, nós temos que ter o quórum e eu me submeto à sua indicação para o plenário”, afirmou.

O procurador regional eleitoral, Pedro Melo Pouchain Ribeiro. “Uma vez que a decisão do TSE traz disposição expressa para realização de nova eleição e, uma vez que o cumprimento desta medida acaba restando impossibilitado em razão da falta de quórum de membros titulares, O Ministério Público opinaria, uma vez consultado, pelo adiamento da sessão, até o momento oportuno em que haja o quórum completo”.

Os juízes-membros Luis Otávio Pereira Marques e Welder Queiroz Martins acompanharam o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral e votaram pelo adiamento da sessão.

Jornalista: Nara Assis  

#PraTodosVerem: Foto que mostra os membros do Pleno, compondo o Plenário do TRE-MT, todos vestindo toga preta. De frente para eles, sentados em cadeiras, estão pessoas que assistem à sessão.

Fonte: TRE – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

Publicados

em

A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

Leia Também:  Planejamento estratégico do TCE-MT reduz pobreza extrema em Rondolândia

Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA