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Setasc abre novas turmas de cursos do SER Família Capacita em Várzea Grande

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) está com vagas disponíveis para cursos de capacitação do Programa SER Família Capacita. As oportunidades do SER Família, programa idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, são para moradores do município de Várzea Grande.

Os cursos abrangem diversas áreas de atuação, tais como Operador de Computador, Assistente Financeiro Contábil, Assistente de Recursos Humanos, Mecânico de Refrigeração e Climatização Residencial e Eletricista de Instalações Prediais.

A inscrição pode ser feita na unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Várzea Grande, ou pelo site do programa. Os interessados devem estar munidos de documentos pessoais, comprovante de residência e comprovante de escolaridade.

A secretária de Assistência Social e Cidadania da Setasc, coronel Grasi Paes, ressaltou a importância dos cursos profissionalizantes oferecidos para o fortalecimento social das famílias mato-grossenses.

“Esses cursos são fundamentais para quem busca qualificação e uma melhoria de vida. São oportunidades concretas de adquirir conhecimento e desenvolver habilidades profissionais. Por meio da parceria entre a Setasc e o Senai, oferecemos ferramentas para que as pessoas transformem sua realidade e a de suas famílias. O SER Família Capacita é uma iniciativa valiosa da primeira-dama Virginia Mendes, que representa um grande avanço social para a população de Mato Grosso”, afirmou a secretária.

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O gerente regional do Senai Várzea Grande, Odair Dias, explica que os cursos ajudam na mudança de vida, e prepara jovens para um futuro com mais qualificação e oportunidades mais concretas no mercado de trabalho.

“Os cursos ofertados são bons indicadores para a mudança e melhora de vida para as pessoas. Por meio das certificações, é uma ótima porta de entrada para o mercado de trabalho. Os alunos, ao concluírem os cursos do SER Família Capacita, podem aplicar o conhecimento obtido durante a capacitação, no mercado de trabalho, seja em empreender, identificar problemas e criar soluções”, concluiu Odair.

Os pré-requisitos para realizar os cursos ofertados pelo Senai variam de acordo com cada modalidade. Veja alguns:

  • Operador de Computador: idade mínima – 14 anos e ensino fundamental I (5ª série) completo;
  • Assistente Administrativo, Assistente de Recursos Humanos, Assistente Financeiro Contábil: idade mínima – 14 anos, ensino fundamental II (9º ano) completo;
  • Mecânico de Refrigeração e Eletricista Predial – idade mínima: 18 anos e ensino fundamental II (9º Ano) completo.
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SER FAMÍLIA CAPACITA

O Programa SER Família Capacita, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, oferece a oportunidade de qualificação gratuita para os mato-grossenses. Com mais de 50 mil vagas em Mato Grosso, desde a criação do programa, já são mais de 26,4 mil matrículas realizadas.

As inscrições estão abertas para todos os interessados, priorizando pessoas em situação de vulnerabilidade social, como beneficiários do SER Família, mulheres, jovens, desempregados, empreendedores, pessoas com deficiência, comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas e ribeirinhas), e egressos do trabalho análogo ao escravo e do sistema prisional.

Para mais informações, acesse a guia do SER Família Capacita

Com supervisão de Layse Ávila*

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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