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Setasc promove Mutirão da Cidadania em Barra do Garças de 21 a 23 de maio

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) realiza, de 21 a 23 de maio (quarta a sexta-feira), o Mutirão da Cidadania em Barra do Garças, no pátio da Prefeitura Municipal, localizada na Rua Carajás, nº 522, Centro.

O Mutirão da Cidadania é uma iniciativa idealizada pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, com execução da Setasc, e tem como propósito atender com dignidade, acolhimento e eficiência as famílias em situação de vulnerabilidade social.

Durante os três dias, serão oferecidos atendimentos como emissão de 2ª via de certidões (nascimento, casamento e óbito), plastificação de documentos, fotos 3×4, orientação para cadastro ou atualização no sistema SINE, verificação de vagas de emprego, orientações sobre seguro-desemprego e carteira de trabalho digital.

A população também terá acesso a informações sobre o Cadastro Único (CadÚnico), Carteira de Identificação do Autista, Programa SER Família Habitação (faixa 0 e faixas 1, 2 e 3), bem como orientações sobre bloqueio, saldo e segunda via dos cartões dos programas SER Família. Haverá ainda atendimento psicossocial com a Van Rosa do SER Família Mulher, orientações sobre direitos humanos e Procon, além de informações sobre os cursos gratuitos oferecidos pelo SER Família Capacita.

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Serviço| Mutirão da Cidadania em Barra do Garças

Data: 21, 22 e 23 de maio (quarta a sexta-feira)

Horário: 8h às 17h

Local: Pátio da Prefeitura Municipal – Rua Carajás, nº 522 – Centro

Fonte: Governo MT – MT

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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